Marcos de Castro
EQUIPE
12/10/2026 • 13:02
Quando falamos de câncer de próstata e acompanhamento pós-radioterapia, um ponto crucial é o que chamamos de recorrência bioquímica, que é o aumento do PSA após o tratamento inicial. Esse aumento pode indicar que o câncer está voltando a se manifestar, mesmo que o paciente ainda não apresente sintomas ou achados clínicos evidentes.
No caso específico da radioterapia, a definição mais aceita para recorrência bioquímica é um aumento de pelo menos 2 ng/mL acima do valor mínimo que o PSA atingiu após o tratamento (conhecido como nadir). Ou seja, primeiro identificamos o menor valor que o PSA alcançou após a radioterapia; depois, somamos 2 ng/mL a esse valor para estabelecer o ponto de alerta.
Analisando os dados do paciente: seu PSA inicial era 9,0 ng/mL e depois da radioterapia caiu para um nadir entre 6 e 12 meses, que foi cerca de 1,0 ng/mL. A partir daí, o PSA começou a subir lentamente até 2,1 ng/mL aos 21 meses e 2,06 ng/mL aos 24 meses. Para definir a recorrência bioquímica, devemos somar 2 ng/mL ao nadir (1,0 + 2 = 3,0 ng/mL). O PSA do paciente ainda está abaixo desse valor, portanto, não há confirmação de recorrência bioquímica.
Dessa forma, a conduta mais adequada neste momento é manter vigilância clínica com medições seriadas de PSA, monitorando se o valor continua subindo ou se estabiliza. Isso evita intervenções prematuras e potenciais efeitos colaterais desnecessários.
Portanto, o gabarito correto é a alternativa C: Manter vigilância clínica com medições seriadas de PSA.
No caso específico da radioterapia, a definição mais aceita para recorrência bioquímica é um aumento de pelo menos 2 ng/mL acima do valor mínimo que o PSA atingiu após o tratamento (conhecido como nadir). Ou seja, primeiro identificamos o menor valor que o PSA alcançou após a radioterapia; depois, somamos 2 ng/mL a esse valor para estabelecer o ponto de alerta.
Analisando os dados do paciente: seu PSA inicial era 9,0 ng/mL e depois da radioterapia caiu para um nadir entre 6 e 12 meses, que foi cerca de 1,0 ng/mL. A partir daí, o PSA começou a subir lentamente até 2,1 ng/mL aos 21 meses e 2,06 ng/mL aos 24 meses. Para definir a recorrência bioquímica, devemos somar 2 ng/mL ao nadir (1,0 + 2 = 3,0 ng/mL). O PSA do paciente ainda está abaixo desse valor, portanto, não há confirmação de recorrência bioquímica.
Dessa forma, a conduta mais adequada neste momento é manter vigilância clínica com medições seriadas de PSA, monitorando se o valor continua subindo ou se estabiliza. Isso evita intervenções prematuras e potenciais efeitos colaterais desnecessários.
Portanto, o gabarito correto é a alternativa C: Manter vigilância clínica com medições seriadas de PSA.