Marcos de Castro
EQUIPE
12/10/2026 • 13:02
Vamos conversar sobre o câncer de tireoide e como a Medicina Nuclear entra na história do diagnóstico e tratamento. A tireoide é uma glândula que pode desenvolver vários tipos de câncer, e a forma como cada um responde a diferentes radiofármacos orienta a abordagem médica.
O carcinoma papilífero e o folicular são chamados de carcinomas diferenciados porque suas células ainda mantêm algumas das funções normais da tireoide, inclusive o transporte de iodo. Isso permite usar isótopos radioativos de iodo tanto para diagnósticos (cintilografia) quanto para tratamentos, como a terapia com I-131. Por isso a alternativa (a) está correta.
Já o carcinoma medular da tireoide não deriva das células foliculares que captam iodo, mas das células C que produzem calcitonina. Por isso, ele não concentra iodo radioativo, e outras técnicas de Medicina Nuclear são usadas, como MIBG, ou marcadores radiomarcados por PET/CT conforme a disponibilidade e o caso clínico, o que confirma a veracidade da alternativa (b).
O carcinoma anaplásico é um tumor muito agressivo e pouco ou não diferenciados, o que significa que não conseguem captar iodo radioativo. Para esse caso, o PET/CT com 18F-FDG é uma ferramenta útil para estadiamento e acompanhamento, e a terapia com iodo fica reservada aos carcinomas diferenciados que retenham essa capacidade, dando razão à alternativa (c).
Por último, a alternativa (d) fala que todos os tipos histológicos de câncer de tireoide concentram rotineiramente iodo-131, o que não é verdade. Apenas os carcinomas diferenciados (papilífero e folicular) habitualmente captam iodo. Os medulares e anaplásicos não, tornando essa afirmativa incorreta.
Portanto, a alternativa incorreta é a (d).
O carcinoma papilífero e o folicular são chamados de carcinomas diferenciados porque suas células ainda mantêm algumas das funções normais da tireoide, inclusive o transporte de iodo. Isso permite usar isótopos radioativos de iodo tanto para diagnósticos (cintilografia) quanto para tratamentos, como a terapia com I-131. Por isso a alternativa (a) está correta.
Já o carcinoma medular da tireoide não deriva das células foliculares que captam iodo, mas das células C que produzem calcitonina. Por isso, ele não concentra iodo radioativo, e outras técnicas de Medicina Nuclear são usadas, como MIBG, ou marcadores radiomarcados por PET/CT conforme a disponibilidade e o caso clínico, o que confirma a veracidade da alternativa (b).
O carcinoma anaplásico é um tumor muito agressivo e pouco ou não diferenciados, o que significa que não conseguem captar iodo radioativo. Para esse caso, o PET/CT com 18F-FDG é uma ferramenta útil para estadiamento e acompanhamento, e a terapia com iodo fica reservada aos carcinomas diferenciados que retenham essa capacidade, dando razão à alternativa (c).
Por último, a alternativa (d) fala que todos os tipos histológicos de câncer de tireoide concentram rotineiramente iodo-131, o que não é verdade. Apenas os carcinomas diferenciados (papilífero e folicular) habitualmente captam iodo. Os medulares e anaplásicos não, tornando essa afirmativa incorreta.
Portanto, a alternativa incorreta é a (d).