Equipe Gabarite
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12/10/2026 • 11:02
Vamos falar um pouco sobre a síndrome de Sézary, que é uma forma agressiva de linfoma T cutâneo, caracterizada por eritroderma (vermelhidão e descamação intensa da pele), prurido forte e linfonodomegalia (aumento dos gânglios linfáticos). No diagnóstico, é fundamental identificar células T circulantes com fenótipo característico, além de demonstrar um clone monoclonal de células T malignas, o que confirma a presença do linfoma.
As células envolvidas geralmente são CD3+, CD4+, CD8- (ou seja, células T helper), com perda de marcadores como CD7 e CD26, que indicam uma alteração no fenótipo de linfócitos normais. A presença de expansão monoclonal na citometria e a infiltração monótona dos linfonodos também são achados típicos.
Analisando as alternativas:
a) Descreve placas infiltradas com linfócitos maduros e CD7 preservado, sem clone sanguíneo – isso é mais típico de outras formas de linfoma T cutâneo menos agressivas, não da síndrome de Sézary.
b) Apresenta eritroderma, linfócitos CD3+, CD4+, CD8-, com perda de CD7 e CD26, expansão monoclonal e infiltração ganglionar monótona – essa descrição está alinhada com o quadro típico da síndrome de Sézary.
c) Descreve predomínio de CD8+ (citotóxicos) e TCR γ/δ+, citometria normal e linfadenopatia por dermatopatia crônica - isso não bate com o perfil da síndrome de Sézary.
d) Lesões nodulares ulceradas sem fases prévias e CD30+ com ausência de linfócitos atípicos no sangue e envolvimento visceral precoce são mais compatíveis com outro tipo de linfoma T cutâneo, como linfoma anaplásico de grandes células.
Portanto, a alternativa b) é a que descreve corretamente o conjunto mais compatível com a síndrome de Sézary.
As células envolvidas geralmente são CD3+, CD4+, CD8- (ou seja, células T helper), com perda de marcadores como CD7 e CD26, que indicam uma alteração no fenótipo de linfócitos normais. A presença de expansão monoclonal na citometria e a infiltração monótona dos linfonodos também são achados típicos.
Analisando as alternativas:
a) Descreve placas infiltradas com linfócitos maduros e CD7 preservado, sem clone sanguíneo – isso é mais típico de outras formas de linfoma T cutâneo menos agressivas, não da síndrome de Sézary.
b) Apresenta eritroderma, linfócitos CD3+, CD4+, CD8-, com perda de CD7 e CD26, expansão monoclonal e infiltração ganglionar monótona – essa descrição está alinhada com o quadro típico da síndrome de Sézary.
c) Descreve predomínio de CD8+ (citotóxicos) e TCR γ/δ+, citometria normal e linfadenopatia por dermatopatia crônica - isso não bate com o perfil da síndrome de Sézary.
d) Lesões nodulares ulceradas sem fases prévias e CD30+ com ausência de linfócitos atípicos no sangue e envolvimento visceral precoce são mais compatíveis com outro tipo de linfoma T cutâneo, como linfoma anaplásico de grandes células.
Portanto, a alternativa b) é a que descreve corretamente o conjunto mais compatível com a síndrome de Sézary.