Ingrid Nunes
EQUIPE
12/10/2026 • 11:02
Essa questão aborda um quadro clínico clássico de arterite, mais especificamente a arterite de Takayasu, que é uma vasculite granulomatosa que acomete grandes vasos, como a aorta e seus ramos principais, em pacientes jovens, geralmente mulheres antes dos 40 anos. O quadro apresenta sintomas relacionados à isquemia dos membros superiores (claudicação, assimetria dos pulsos, pressão arterial reduzida em um membro) e sinais inflamatórios sistêmicos (fadiga, cefaleia, elevação de PCR e VHS).
A angiografia mostra estenose da artéria subclávia esquerda, carótida comum esquerda e troncos braquiocefálicos, sem envolvimento da aorta diretamente, o que é compatível com arterite de Takayasu tipo II ou III. O tratamento inicial padrão envolve glicocorticoides em dose alta para controlar a inflamação assim como agentes imunossupressores para auxiliar na manutenção da remissão.
Entre as opções imunossupressoras, o tocilizumabe, um anticorpo monoclonal que bloqueia o receptor de IL-6, tem demonstrado eficácia significativa em arterite de Takayasu, sendo atualmente um dos tratamentos recomendados em associação ao glicocorticoide. Ciclosporina e micofenolato de mofetila são usados em outras situações, mas o tocilizumabe tem evidências mais fortes.
Portanto, a melhor opção terapêutica para essa paciente seria glicocorticoide em dose alta com tocilizumabe, item b).
A angiografia mostra estenose da artéria subclávia esquerda, carótida comum esquerda e troncos braquiocefálicos, sem envolvimento da aorta diretamente, o que é compatível com arterite de Takayasu tipo II ou III. O tratamento inicial padrão envolve glicocorticoides em dose alta para controlar a inflamação assim como agentes imunossupressores para auxiliar na manutenção da remissão.
Entre as opções imunossupressoras, o tocilizumabe, um anticorpo monoclonal que bloqueia o receptor de IL-6, tem demonstrado eficácia significativa em arterite de Takayasu, sendo atualmente um dos tratamentos recomendados em associação ao glicocorticoide. Ciclosporina e micofenolato de mofetila são usados em outras situações, mas o tocilizumabe tem evidências mais fortes.
Portanto, a melhor opção terapêutica para essa paciente seria glicocorticoide em dose alta com tocilizumabe, item b).