Camila Duarte
EQUIPE
12/10/2026 • 10:01
Vamos falar um pouco sobre rejeição mediada por anticorpos (RMA) no contexto de transplante renal, que é um tema super importante na nefrologia e transplantologia. A RMA ocorre quando o sistema imune do paciente produz anticorpos que atacam o rim transplantado, causando lesões que podem comprometer o funcionamento do órgão.
Segundo o critério de BANFF 2022, o diagnóstico de RMA ativa requer a presença de evidências histológicas típicas, como microangiopatia e arterite, além de marcadores imunopatológicos, incluindo expressão gênica sugestiva e a presença de anticorpos anti-HLA. Agora, vamos analisar as assertivas:
1. "Expressão gênica baseada em biópsia renal sugestiva de RMA, associada à arterite transmural em biópsia renal, são suficientes para diagnóstico de RMA ativa." Isso está incorreto, porque apesar de a expressão gênica e arterite serem indicativos, outros critérios, como presença de DSA (antígeno doador-específico) ou lesões microvasculares típicas, geralmente são necessários para confirmar RMA ativa.
2. "Fragmento circulante de DNA do doador não faz parte do critério para este diagnóstico." Isso é verdadeiro, pois apesar do uso de fragmentos circulantes de DNA doador (dd-cfDNA) ser uma ferramenta emergente para monitoramento de rejeição, ele ainda não faz parte dos critérios diagnósticos oficializados pelo BANFF 2022 para RMA.
3. "A presença de tubulite e fibrose exclui a possibilidade de RMA ativa." Isso é falso. Tubulite e fibrose são características de injúria tubulointersticial, que podem ocorrer em vários tipos de rejeição, inclusive envolvendo componentes celulares e humoriais, não excluindo a RMA.
4. "Microangiopatia trombótica aguda exclui a possibilidade de RMA." Falso, pois a microangiopatia trombótica é uma das lesões histológicas típicas observadas em RMA.
Portanto, avaliando as assertivas, temos: 1 - F, 2 - V, 3 - F, 4 - F, que corresponde à alternativa d).
Segundo o critério de BANFF 2022, o diagnóstico de RMA ativa requer a presença de evidências histológicas típicas, como microangiopatia e arterite, além de marcadores imunopatológicos, incluindo expressão gênica sugestiva e a presença de anticorpos anti-HLA. Agora, vamos analisar as assertivas:
1. "Expressão gênica baseada em biópsia renal sugestiva de RMA, associada à arterite transmural em biópsia renal, são suficientes para diagnóstico de RMA ativa." Isso está incorreto, porque apesar de a expressão gênica e arterite serem indicativos, outros critérios, como presença de DSA (antígeno doador-específico) ou lesões microvasculares típicas, geralmente são necessários para confirmar RMA ativa.
2. "Fragmento circulante de DNA do doador não faz parte do critério para este diagnóstico." Isso é verdadeiro, pois apesar do uso de fragmentos circulantes de DNA doador (dd-cfDNA) ser uma ferramenta emergente para monitoramento de rejeição, ele ainda não faz parte dos critérios diagnósticos oficializados pelo BANFF 2022 para RMA.
3. "A presença de tubulite e fibrose exclui a possibilidade de RMA ativa." Isso é falso. Tubulite e fibrose são características de injúria tubulointersticial, que podem ocorrer em vários tipos de rejeição, inclusive envolvendo componentes celulares e humoriais, não excluindo a RMA.
4. "Microangiopatia trombótica aguda exclui a possibilidade de RMA." Falso, pois a microangiopatia trombótica é uma das lesões histológicas típicas observadas em RMA.
Portanto, avaliando as assertivas, temos: 1 - F, 2 - V, 3 - F, 4 - F, que corresponde à alternativa d).