Equipe Gabarite
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12/10/2026 • 07:02
Vamos falar sobre punções vasculares guiadas por ultrassonografia, um tema importante em medicina e enfermagem para garantir segurança e precisão na inserção de agulhas em veias ou artérias. A ultrassonografia pode ajudar a visualizar a agulha e o vaso, melhorando o sucesso do procedimento.
Existem duas principais maneiras de posicionar o transdutor (o 'cabeçote' do ultrassom): em plano longitudinal ou em plano transversal. Na posição longitudinal, a agulha é visualizada ao longo do seu trajeto, o que facilita observar seu caminho até o vaso. Já na posição transversal, o ultrassom mostra um corte transverse, e geralmente visualizar a agulha ao longo de todo o trajeto fica mais difícil, pois ela aparece como um ponto ou segmento curto.
Analisando as alternativas:
(a) Diz que na punção com transdutor em posição transversa é frequente visualizar a agulha em todo o seu trajeto. Isso não está correto, pois na posição transversal é comum ver somente um ponto da agulha, não toda ela.
(b) Afirma que a curva de aprendizado para a punção longitudinal é menor que para a transversa. Na prática, a punção longitudinal costuma ser mais difícil de dominar porque requer alinhar a agulha e o feixe ultrassonográfico precisamente, enquanto a transversa é mais simples para iniciantes.
(c) Afirma que a principal vantagem da punção transversal é a identificação das estruturas anexas. Isso é verdadeiro: na vista transversal, o campo anatômico em corte mostra vasos, nervos e outras estruturas adjacentes, facilitando evitar lesões.
(d) Diz que a principal desvantagem da punção longitudinal é a impossibilidade de visualizar a entrada da agulha na parede do vaso. Isso é falso, pois na longitudinal justamente se pode ver a entrada da agulha no vaso.
(e) Afirma que há uma diferença notória de sucesso técnico favorecendo o uso da posição transversal em todas as situações. Isso não é correto, pois a escolha do plano depende da situação e experiência do operador, e não há consenso de que uma seja sempre melhor.
Portanto, a alternativa correta é a letra (c).
Existem duas principais maneiras de posicionar o transdutor (o 'cabeçote' do ultrassom): em plano longitudinal ou em plano transversal. Na posição longitudinal, a agulha é visualizada ao longo do seu trajeto, o que facilita observar seu caminho até o vaso. Já na posição transversal, o ultrassom mostra um corte transverse, e geralmente visualizar a agulha ao longo de todo o trajeto fica mais difícil, pois ela aparece como um ponto ou segmento curto.
Analisando as alternativas:
(a) Diz que na punção com transdutor em posição transversa é frequente visualizar a agulha em todo o seu trajeto. Isso não está correto, pois na posição transversal é comum ver somente um ponto da agulha, não toda ela.
(b) Afirma que a curva de aprendizado para a punção longitudinal é menor que para a transversa. Na prática, a punção longitudinal costuma ser mais difícil de dominar porque requer alinhar a agulha e o feixe ultrassonográfico precisamente, enquanto a transversa é mais simples para iniciantes.
(c) Afirma que a principal vantagem da punção transversal é a identificação das estruturas anexas. Isso é verdadeiro: na vista transversal, o campo anatômico em corte mostra vasos, nervos e outras estruturas adjacentes, facilitando evitar lesões.
(d) Diz que a principal desvantagem da punção longitudinal é a impossibilidade de visualizar a entrada da agulha na parede do vaso. Isso é falso, pois na longitudinal justamente se pode ver a entrada da agulha no vaso.
(e) Afirma que há uma diferença notória de sucesso técnico favorecendo o uso da posição transversal em todas as situações. Isso não é correto, pois a escolha do plano depende da situação e experiência do operador, e não há consenso de que uma seja sempre melhor.
Portanto, a alternativa correta é a letra (c).