Marcos de Castro
EQUIPE
12/10/2026 • 06:02
Vamos falar um pouco sobre o tratamento endovascular dos aneurismas de aorta justarrenal e toracoabdominal, que são locais complexos para tratamento devido à proximidade de artérias importantes que irrigam órgãos vitais. Para esses casos, utilizam-se próteses especiais, como as fenestradas e ramificadas, que permitem manter o fluxo sanguíneo para as artérias renais e viscerais.
A alternativa (a) está incorreta porque as próteses ramificadas geralmente são de perfil maior que 16 French (Fr), o que limita sua aplicabilidade em artérias ilíacas externas com diâmetro ≤ 6 mm. Portanto, a afirmação sobre disponibilidade de próteses de baixo perfil é falsa.
A alternativa (b) também está errada. As próteses modificadas pelo cirurgião (PMEG) não são limitadas apenas à incorporação das artérias renais por fenestras, podendo também incluir outras artérias viscerais, dependendo do planejamento.
Na alternativa (c), temos a questão do lúmen aórtico no local da implantação da prótese. Realmente, um dos pontos importantes para escolher entre usar fenestras (aberturas na prótese) ou ramos (extensões que se conectam às artérias) está ligado ao diâmetro desse lúmen, pois ramos precisam de mais espaço para se posicionar.
A alternativa (d) é incorreta porque próteses fenestradas geralmente são feitas sob medida (customizadas), ou seja, não são produtos de prateleira, pois precisam se adaptar às anatomias específicas de cada paciente.
Por fim, a alternativa (e) também não está correta; embora a técnica ChEVAR (Chimney EVAR) apresente bons resultados, ela não garante índices satisfatórios de sobrevida livre de vazamentos independentemente do número de artérias viscerais envolvidas. O risco de vazamentos aumenta com o número de artérias tratadas.
Assim, a alternativa correta é a letra c.
A alternativa (a) está incorreta porque as próteses ramificadas geralmente são de perfil maior que 16 French (Fr), o que limita sua aplicabilidade em artérias ilíacas externas com diâmetro ≤ 6 mm. Portanto, a afirmação sobre disponibilidade de próteses de baixo perfil é falsa.
A alternativa (b) também está errada. As próteses modificadas pelo cirurgião (PMEG) não são limitadas apenas à incorporação das artérias renais por fenestras, podendo também incluir outras artérias viscerais, dependendo do planejamento.
Na alternativa (c), temos a questão do lúmen aórtico no local da implantação da prótese. Realmente, um dos pontos importantes para escolher entre usar fenestras (aberturas na prótese) ou ramos (extensões que se conectam às artérias) está ligado ao diâmetro desse lúmen, pois ramos precisam de mais espaço para se posicionar.
A alternativa (d) é incorreta porque próteses fenestradas geralmente são feitas sob medida (customizadas), ou seja, não são produtos de prateleira, pois precisam se adaptar às anatomias específicas de cada paciente.
Por fim, a alternativa (e) também não está correta; embora a técnica ChEVAR (Chimney EVAR) apresente bons resultados, ela não garante índices satisfatórios de sobrevida livre de vazamentos independentemente do número de artérias viscerais envolvidas. O risco de vazamentos aumenta com o número de artérias tratadas.
Assim, a alternativa correta é a letra c.