David Castilho
EQUIPE
12/10/2026 • 06:02
Vamos analisar a situação apresentada na questão. Estamos diante de uma paciente com um aumento de volume indolor na glândula parótida, que persiste há três anos. Isso sugere uma lesão benigna, já que tumores malignos geralmente evoluem mais rapidamente e costumam apresentar sintomas mais agressivos.
A ultrassonografia mostra uma lesão nodular, bem delimitada, hipoecogênica com áreas císticas, o que é bastante característico de um tumor benigno, possivelmente um adenoma pleomórfico, que é o tumor benigno mais comum da glândula parótida. A tomografia indica formato em halteres, ou seja, a massa tem uma parte superficial e outra profunda à veia retromandibular, mas está ainda localizada dentro da glândula.
A agulha fina que revelou células epiteliais sem atipias, células mioepiteliais e material mixoide reforça o diagnóstico de adenoma pleomórfico, pois essa característica citoarquitetônica é típica.
Quanto ao tratamento, o adenoma pleomórfico é melhor tratado cirurgicamente com a remoção completa da glândula ou da parte que contém o tumor, para evitar recidiva. A enucleação simples (retirar só o nódulo) está contraindicada porque há alta chance de recidiva devido a pseudópodes do tumor na glândula. A radioterapia não é indicada para lesões benignas primárias da parótida. A parotidectomia total com sacrifício do nervo facial é um tratamento muito agressivo e geralmente evitado em lesões benignas.
Assim, a melhor conduta será a parotidectomia superficial mais a remoção do polo profundo da glândula com preservação do nervo facial, para se conseguir a retirada completa do tumor em ambos os lobos parotídeos, conforme descrito na alternativa c).
A ultrassonografia mostra uma lesão nodular, bem delimitada, hipoecogênica com áreas císticas, o que é bastante característico de um tumor benigno, possivelmente um adenoma pleomórfico, que é o tumor benigno mais comum da glândula parótida. A tomografia indica formato em halteres, ou seja, a massa tem uma parte superficial e outra profunda à veia retromandibular, mas está ainda localizada dentro da glândula.
A agulha fina que revelou células epiteliais sem atipias, células mioepiteliais e material mixoide reforça o diagnóstico de adenoma pleomórfico, pois essa característica citoarquitetônica é típica.
Quanto ao tratamento, o adenoma pleomórfico é melhor tratado cirurgicamente com a remoção completa da glândula ou da parte que contém o tumor, para evitar recidiva. A enucleação simples (retirar só o nódulo) está contraindicada porque há alta chance de recidiva devido a pseudópodes do tumor na glândula. A radioterapia não é indicada para lesões benignas primárias da parótida. A parotidectomia total com sacrifício do nervo facial é um tratamento muito agressivo e geralmente evitado em lesões benignas.
Assim, a melhor conduta será a parotidectomia superficial mais a remoção do polo profundo da glândula com preservação do nervo facial, para se conseguir a retirada completa do tumor em ambos os lobos parotídeos, conforme descrito na alternativa c).