David Castilho
EQUIPE
12/10/2026 • 06:02
Esse caso aborda o estadiamento clínico segundo o sistema TNM da AJCC 8ª edição e as opções de tratamento do carcinoma nasofaríngeo indiferenciado (UCNT). Para entender o estadiamento, é importante saber que a letra T descreve o tamanho e extensão local do tumor, N indica envolvimento linfonodal regional e M presença de metástases à distância.
No relato, o paciente apresenta uma lesão em rinofaringe com extensão para base do crânio e invasão do seio cavernoso, o que corresponde a um T4 (tumor com invasão direta de estruturas cranianas, como o seio cavernoso). A presença de linfonodomegalia cervical ipsilateral fixa e endurecida com mais de 3 cm corresponde a pelo menos N1 (envolvimento de um linfonodo maior que 3 cm e unilateral). Não há relato de metástases à distância (M0).
Assim, o estadiamento clínico é T4N1M0, que na classificação AJCC corresponde a estádio IVA.
Sobre o tratamento, a cirurgia geralmente não é primeira escolha para carcinoma nasofaríngeo dado o difícil acesso e a extensão local comum. O manejo padrão inicial envolve quimioterapia de indução para redução tumoral seguida de quimiorradioterapia concomitante, visando melhor controle local e regional.
Portanto, a melhor alternativa é a letra d) T4N1M0 – estádio IVA; quimioterapia de indução seguida de quimiorradioterapia concomitante.
No relato, o paciente apresenta uma lesão em rinofaringe com extensão para base do crânio e invasão do seio cavernoso, o que corresponde a um T4 (tumor com invasão direta de estruturas cranianas, como o seio cavernoso). A presença de linfonodomegalia cervical ipsilateral fixa e endurecida com mais de 3 cm corresponde a pelo menos N1 (envolvimento de um linfonodo maior que 3 cm e unilateral). Não há relato de metástases à distância (M0).
Assim, o estadiamento clínico é T4N1M0, que na classificação AJCC corresponde a estádio IVA.
Sobre o tratamento, a cirurgia geralmente não é primeira escolha para carcinoma nasofaríngeo dado o difícil acesso e a extensão local comum. O manejo padrão inicial envolve quimioterapia de indução para redução tumoral seguida de quimiorradioterapia concomitante, visando melhor controle local e regional.
Portanto, a melhor alternativa é a letra d) T4N1M0 – estádio IVA; quimioterapia de indução seguida de quimiorradioterapia concomitante.