Ingrid Nunes
EQUIPE
12/10/2026 • 06:02
Vamos entender primeiro o que é o carcinoma basocelular (CBC). Ele é o tumor maligno mais comum da pele, geralmente aparece em áreas expostas ao sol, como o rosto, e tem crescimento lento, mas pode ser localmente agressivo. No caso descrito, o paciente tem uma lesão típica de CBC nodular infiltrativo, que é um subtipo um pouco mais agressivo, e está localizada na região temporal, uma área importante esteticamente e funcionalmente.
A melhor conduta para CBC em geral é a ressecção cirúrgica, pois garante a remoção completa do tumor com margens seguras. Para o subtipo infiltrativo, que tem maior risco de recidiva, as margens cirúrgicas recomendadas são maiores do que para o CBC nodular comum, mas geralmente de 0,5 a 1 cm já são suficientes. Cortes histológicos intraoperatórios ou técnicas como a cirurgia de Mohs são indicadas quando disponíveis, para preservar tecido sadios.
Analisando as alternativas: a alternativa (a) sugere ressecção com margem de 1 cm e reconstrução local, o que é adequado. A margem de 1 cm é suficiente para o subtipo infiltrativo e ainda preserva tecidos. A alternativa (e), que propõe margem de 2,5 cm, é exagerada, pois essa margem seria muito ampla, levando a defeitos desnecessariamente grandes, piorando a estética e funcionalidade, o que não é preconizado para CBC, mesmo infiltrativo.
As outras opções: terapia com vismodegibe é reservada para CBC localmente avançado ou metastático, o que não é o caso. Curetagem e eletrocoagulação não são adequados para CBC infiltrativo por maior risco de recidiva e não controlar margens. Radioterapia exclusiva é alternativa para pacientes que não podem se submeter a cirurgia, o que não foi o caso aqui.
Portanto, a melhor conduta é realizar ressecção cirúrgica com margens adequadas, em torno de 1 cm, com reconstrução local.
Gabarito: a
A melhor conduta para CBC em geral é a ressecção cirúrgica, pois garante a remoção completa do tumor com margens seguras. Para o subtipo infiltrativo, que tem maior risco de recidiva, as margens cirúrgicas recomendadas são maiores do que para o CBC nodular comum, mas geralmente de 0,5 a 1 cm já são suficientes. Cortes histológicos intraoperatórios ou técnicas como a cirurgia de Mohs são indicadas quando disponíveis, para preservar tecido sadios.
Analisando as alternativas: a alternativa (a) sugere ressecção com margem de 1 cm e reconstrução local, o que é adequado. A margem de 1 cm é suficiente para o subtipo infiltrativo e ainda preserva tecidos. A alternativa (e), que propõe margem de 2,5 cm, é exagerada, pois essa margem seria muito ampla, levando a defeitos desnecessariamente grandes, piorando a estética e funcionalidade, o que não é preconizado para CBC, mesmo infiltrativo.
As outras opções: terapia com vismodegibe é reservada para CBC localmente avançado ou metastático, o que não é o caso. Curetagem e eletrocoagulação não são adequados para CBC infiltrativo por maior risco de recidiva e não controlar margens. Radioterapia exclusiva é alternativa para pacientes que não podem se submeter a cirurgia, o que não foi o caso aqui.
Portanto, a melhor conduta é realizar ressecção cirúrgica com margens adequadas, em torno de 1 cm, com reconstrução local.
Gabarito: a