Matheus Fernandes
EQUIPE
12/10/2026 • 06:02
Estamos diante de um caso clássico de carcinoma epidermoide metastático em linfonodo cervical, sem identificação do tumor primário, o que caracteriza um câncer de sítio primário oculto. Essa situação requer uma abordagem estratégica porque o tumor primário não é visível nos exames convencionais e nem no PET-CT.
Nesses casos, a conduta padrão recomendada na literatura é realizar o esvaziamento cervical radical modificado do lado acometido para controle do linfonodo metastático, seguido de radioterapia em campos cervicofaciais bilaterais para tratar possíveis focos primários ocultos e outras áreas em risco de micrometástases. A quimioterapia concomitante é frequentemente associada para potencializar o efeito da radioterapia em casos com alto risco como este, onde o linfonodo está fixo e endurecido, indicando doença local avançada.
As alternativas que propõem apenas observação após cirurgia, radioterapia isolada ou quimioterapia neoadjuvante são menos indicadas no protocolo padrão para esse cenário, pois não promovem controle adequado do tumor regional e risco de recorrência.
Portanto, a melhor conduta inicial é o esvaziamento cervical radical modificado à direita seguido de radioterapia em campos cervicofaciais bilaterais associada a quimioterapia concomitante, que corresponde à alternativa d.
Nesses casos, a conduta padrão recomendada na literatura é realizar o esvaziamento cervical radical modificado do lado acometido para controle do linfonodo metastático, seguido de radioterapia em campos cervicofaciais bilaterais para tratar possíveis focos primários ocultos e outras áreas em risco de micrometástases. A quimioterapia concomitante é frequentemente associada para potencializar o efeito da radioterapia em casos com alto risco como este, onde o linfonodo está fixo e endurecido, indicando doença local avançada.
As alternativas que propõem apenas observação após cirurgia, radioterapia isolada ou quimioterapia neoadjuvante são menos indicadas no protocolo padrão para esse cenário, pois não promovem controle adequado do tumor regional e risco de recorrência.
Portanto, a melhor conduta inicial é o esvaziamento cervical radical modificado à direita seguido de radioterapia em campos cervicofaciais bilaterais associada a quimioterapia concomitante, que corresponde à alternativa d.