Equipe Gabarite
EQUIPE
12/10/2026 • 06:02
Vamos falar sobre o manejo dos nódulos tireoidianos, um tema bastante comum em concursos de medicina e endocrinologia. Quando encontramos um nódulo na tireoide, a primeira preocupação é verificar se ele é benigno ou maligno, para definir o tratamento adequado.
Nesse caso, temos uma paciente jovem, com um nódulo de 3,2 cm em lobo direito, sem sinais ou sintomas que sugiram complicações, e com função tireoidiana normal. A ultrassonografia classificou o nódulo como TIRADS 3, o que indica um risco baixo de malignidade, com características benignas. A PAAF, que é um exame essencial para avaliar o risco de câncer, mostrou resultado Bethesda II, ou seja, benigno, compatível com nódulo coloide, que é um achado benigno comum.
Diante de um nódulo benigno, especialmente com essas características de baixo risco, a conduta recomendada geralmente é a observação clínica com acompanhamento por ultrassonografia anual para monitorar possíveis alterações, sem necessidade de intervenção cirúrgica ou tratamentos invasivos imediatos.
Repetir a PAAF em curto prazo não é indicado nesse cenário, a menos que haja aumento do nódulo ou mudança nas características clinico-imagiológicas. Cirurgias como lobectomia ou tireoidectomia total são reservadas para casos suspeitos ou malignos, e ablação percutânea com etanol geralmente é indicada para cistos e outros casos específicos, não para nódulos benignos sólidos.
Portanto, a conduta mais adequada aqui é a observação clínica com ultrassonografia anual.
Gabarito: letra b.
Nesse caso, temos uma paciente jovem, com um nódulo de 3,2 cm em lobo direito, sem sinais ou sintomas que sugiram complicações, e com função tireoidiana normal. A ultrassonografia classificou o nódulo como TIRADS 3, o que indica um risco baixo de malignidade, com características benignas. A PAAF, que é um exame essencial para avaliar o risco de câncer, mostrou resultado Bethesda II, ou seja, benigno, compatível com nódulo coloide, que é um achado benigno comum.
Diante de um nódulo benigno, especialmente com essas características de baixo risco, a conduta recomendada geralmente é a observação clínica com acompanhamento por ultrassonografia anual para monitorar possíveis alterações, sem necessidade de intervenção cirúrgica ou tratamentos invasivos imediatos.
Repetir a PAAF em curto prazo não é indicado nesse cenário, a menos que haja aumento do nódulo ou mudança nas características clinico-imagiológicas. Cirurgias como lobectomia ou tireoidectomia total são reservadas para casos suspeitos ou malignos, e ablação percutânea com etanol geralmente é indicada para cistos e outros casos específicos, não para nódulos benignos sólidos.
Portanto, a conduta mais adequada aqui é a observação clínica com ultrassonografia anual.
Gabarito: letra b.