Matheus Fernandes
EQUIPE
12/10/2026 • 04:01
Nesta questão, estamos diante de um caso de câncer de mama triplo-negativo (negativo para receptores hormonais e HER2), que é um subtipo mais agressivo e com prognóstico geralmente pior. O tumor é pequeno (0,5 cm), mas já há envolvimento linfonodal confirmado pela punção aspirativa do linfonodo axilar, o que indica doença localmente avançada mesmo com tamanho reduzido do tumor primário.
No tratamento do câncer de mama triplo-negativo com linfonodos positivos, a abordagem padrão envolve quimioterapia neoadjuvante, ou seja, quimioterapia antes da cirurgia. Isso ajuda a reduzir o tumor, possibilita avaliar a resposta ao tratamento e pode melhorar a chance de cirurgia conservadora e o prognóstico geral.
Mais recentemente, a imunoterapia com pembrolizumabe (um inibidor de checkpoint imunológico) tem sido incorporada no tratamento neoadjuvante para tumores triplo-negativos de alto risco, em combinação com a quimioterapia, mostrando melhora na taxa de resposta patológica.
Como o caso descreve um câncer triplo-negativo, com linfonodo positivo e alto índice proliferativo (Ki-67 elevado), o cenário é elegível para essa combinação. Portanto, a conduta atual recomendada seria realizar quimioterapia neoadjuvante com inmunoterapia (pembrolizumabe), seguida da cirurgia.
Analisando as alternativas:
(a) Cirurgia conservadora seguida apenas de radioterapia é inadequado porque há linfonodo positivo e o subtipo triplo-negativo que demanda quimioterapia.
(b) Quimioterapia neoadjuvante seguida de cirurgia é correto, mas atualmente a imunoterapia é incorporada preconizada para esse subtipo e estágio.
(c) Quimioterapia neoadjuvante com pembrolizumabe seguida de cirurgia é a conduta mais moderna e adequada.
(d) Cirurgia seguida de quimioterapia com pembrolizumabe é menos indicada neste cenário; o ideal é neoadjuvante.
(e) Cirurgia seguida de imunoterapia sozinha não é padrão.
Portanto, o gabarito correto é a alternativa c).
No tratamento do câncer de mama triplo-negativo com linfonodos positivos, a abordagem padrão envolve quimioterapia neoadjuvante, ou seja, quimioterapia antes da cirurgia. Isso ajuda a reduzir o tumor, possibilita avaliar a resposta ao tratamento e pode melhorar a chance de cirurgia conservadora e o prognóstico geral.
Mais recentemente, a imunoterapia com pembrolizumabe (um inibidor de checkpoint imunológico) tem sido incorporada no tratamento neoadjuvante para tumores triplo-negativos de alto risco, em combinação com a quimioterapia, mostrando melhora na taxa de resposta patológica.
Como o caso descreve um câncer triplo-negativo, com linfonodo positivo e alto índice proliferativo (Ki-67 elevado), o cenário é elegível para essa combinação. Portanto, a conduta atual recomendada seria realizar quimioterapia neoadjuvante com inmunoterapia (pembrolizumabe), seguida da cirurgia.
Analisando as alternativas:
(a) Cirurgia conservadora seguida apenas de radioterapia é inadequado porque há linfonodo positivo e o subtipo triplo-negativo que demanda quimioterapia.
(b) Quimioterapia neoadjuvante seguida de cirurgia é correto, mas atualmente a imunoterapia é incorporada preconizada para esse subtipo e estágio.
(c) Quimioterapia neoadjuvante com pembrolizumabe seguida de cirurgia é a conduta mais moderna e adequada.
(d) Cirurgia seguida de quimioterapia com pembrolizumabe é menos indicada neste cenário; o ideal é neoadjuvante.
(e) Cirurgia seguida de imunoterapia sozinha não é padrão.
Portanto, o gabarito correto é a alternativa c).