Matheus Fernandes
EQUIPE
12/10/2026 • 04:01
Estamos diante de um caso clássico de mastite puerperal, que é uma infecção comum em mulheres no período pós-parto e em aleitamento materno. A paciente apresenta dor, vermelhidão, aumento de volume na mama, febre e calafrios, sinais típicos dessa condição.
A mastite puerperal ocorre devido à entrada de bactérias pelo ducto mamário, geralmente relacionada a fissuras no mamilo e acúmulo de leite, que serve como meio para proliferação bacteriana. O quadro geralmente manifesta-se nas primeiras semanas do pós-parto.
O tratamento inicial padrão da mastite inclui a manutenção da amamentação, pois a retirada do leite é fundamental para evitar o acúmulo e a progressão da infecção. Além disso, é necessária antibioticoterapia oral para combater a infecção bacteriana, geralmente causada por Staphylococcus aureus.
A conduta de suspender o aleitamento, realizar mamografia ou drenagem cirúrgica imediata não é adequada neste momento, uma vez que não há abscesso (não há flutuação). A drenagem cirúrgica é indicada se formar um abscesso. A mamografia não é o exame inicial para mastite aguda em lactantes.
Assim, a melhor opção é orientar sobre a continuidade da amamentação para esvaziamento da mama e iniciar antibioticoterapia oral.
Gabarito: letra b.
A mastite puerperal ocorre devido à entrada de bactérias pelo ducto mamário, geralmente relacionada a fissuras no mamilo e acúmulo de leite, que serve como meio para proliferação bacteriana. O quadro geralmente manifesta-se nas primeiras semanas do pós-parto.
O tratamento inicial padrão da mastite inclui a manutenção da amamentação, pois a retirada do leite é fundamental para evitar o acúmulo e a progressão da infecção. Além disso, é necessária antibioticoterapia oral para combater a infecção bacteriana, geralmente causada por Staphylococcus aureus.
A conduta de suspender o aleitamento, realizar mamografia ou drenagem cirúrgica imediata não é adequada neste momento, uma vez que não há abscesso (não há flutuação). A drenagem cirúrgica é indicada se formar um abscesso. A mamografia não é o exame inicial para mastite aguda em lactantes.
Assim, a melhor opção é orientar sobre a continuidade da amamentação para esvaziamento da mama e iniciar antibioticoterapia oral.
Gabarito: letra b.