Equipe Gabarite
EQUIPE
12/10/2026 • 03:01
Vamos falar sobre contracepção, especialmente na faixa etária de adolescentes entre 15 e 19 anos. É fundamental entender como funcionam os diferentes métodos e suas indicações para garantir segurança e eficácia.
A alternativa (a) diz que a contracepção emergencial só é eficaz nas primeiras 24 horas após o coito desprotegido. Isso não é verdade, pois o contraceptivo de emergência (pílula do dia seguinte) pode ser eficaz até 72 horas após a relação, embora sua eficácia diminua com o tempo.
A alternativa (b) afirma que os regimes estendidos não são bem tolerados. Pelo contrário, regimes estendidos de contraceptivos orais (como o uso contínuo de pílulas sem intervalo menstrual) são geralmente bem tolerados e úteis para reduzir efeitos relacionados à menstruação.
Na alternativa (c) temos a afirmação de que o DIU de cobre não deve ser indicado devido ao aumento das doenças inflamatórias pélvicas e infertilidade. Essa ideia é um mito antigo: na verdade, o DIU de cobre pode ser usado em adolescentes e mulheres jovens, não aumentando o risco de infecção quando indicações e cuidados são adequados.
A alternativa (d) fala sobre o adesivo transdérmico e o anel vaginal, afirmando que apresentam maiores taxas de tromboembolismo em comparação à via oral. De fato, estudos mostram que esses métodos podem ter risco aumentado de trombose em relação aos contraceptivos orais combinados tradicionais. Isso é um fator a ser considerado especialmente em fatores de risco para trombose.
A alternativa (e) afirma que contraceptivos orais combinados têm menores taxas de falha nas adolescentes em comparação às adultas. Isso é incorreto, pois adolescentes tendem a apresentar taxas maiores de falha devido a questões de adesão e uso correto.
Portanto, a alternativa correta é a (d).
A alternativa (a) diz que a contracepção emergencial só é eficaz nas primeiras 24 horas após o coito desprotegido. Isso não é verdade, pois o contraceptivo de emergência (pílula do dia seguinte) pode ser eficaz até 72 horas após a relação, embora sua eficácia diminua com o tempo.
A alternativa (b) afirma que os regimes estendidos não são bem tolerados. Pelo contrário, regimes estendidos de contraceptivos orais (como o uso contínuo de pílulas sem intervalo menstrual) são geralmente bem tolerados e úteis para reduzir efeitos relacionados à menstruação.
Na alternativa (c) temos a afirmação de que o DIU de cobre não deve ser indicado devido ao aumento das doenças inflamatórias pélvicas e infertilidade. Essa ideia é um mito antigo: na verdade, o DIU de cobre pode ser usado em adolescentes e mulheres jovens, não aumentando o risco de infecção quando indicações e cuidados são adequados.
A alternativa (d) fala sobre o adesivo transdérmico e o anel vaginal, afirmando que apresentam maiores taxas de tromboembolismo em comparação à via oral. De fato, estudos mostram que esses métodos podem ter risco aumentado de trombose em relação aos contraceptivos orais combinados tradicionais. Isso é um fator a ser considerado especialmente em fatores de risco para trombose.
A alternativa (e) afirma que contraceptivos orais combinados têm menores taxas de falha nas adolescentes em comparação às adultas. Isso é incorreto, pois adolescentes tendem a apresentar taxas maiores de falha devido a questões de adesão e uso correto.
Portanto, a alternativa correta é a (d).