Matheus Fernandes
EQUIPE
12/10/2026 • 02:01
Essa questão trata de um quadro clássico de hipertensão arterial grave na gestação, com sinais que indicam uma pré-eclâmpsia grave com risco de eclâmpsia.
Vamos entender melhor o cenário: a paciente tem 30 semanas de gestação, pressão arterial elevada (180/110), cefaleia intensa, dor epigástrica, turvação visual e reflexos patelares exaltados, além de edema nos membros inferiores. Esses sinais são característicos da pré-eclâmpsia grave, uma complicação que pode evoluir para convulsões (eclâmpsia) e que exige manejo imediato para proteger a mãe e o feto.
O tratamento inicial adequado envolve controlar a pressão arterial para evitar complicações, prevenir a eclampsia com sulfato de magnésio e monitorar bem a paciente. O sulfato de magnésio é o agente de escolha para a prevenção das convulsões na pré-eclâmpsia grave. Além disso, é necessário iniciar um anti-hipertensivo de ação rápida para reduzir a pressão arterial.
A opção A, iniciar nifedipino isoladamente e só observar, é insuficiente diante da gravidade do quadro. A opção B, cesariana emergencial sem estabilização, não é ideal, pois a mãe precisa estar estabilizada antes da cirurgia para minimizar riscos. A opção C, apenas analgesia e hidratação, é inadequada e perigosa.
Portanto, a conduta mais adequada é a opção D: administrar sulfato de magnésio para prevenção da eclampsia e começar anti-hipertensivo de rápida ação.
Gabarito: d
Vamos entender melhor o cenário: a paciente tem 30 semanas de gestação, pressão arterial elevada (180/110), cefaleia intensa, dor epigástrica, turvação visual e reflexos patelares exaltados, além de edema nos membros inferiores. Esses sinais são característicos da pré-eclâmpsia grave, uma complicação que pode evoluir para convulsões (eclâmpsia) e que exige manejo imediato para proteger a mãe e o feto.
O tratamento inicial adequado envolve controlar a pressão arterial para evitar complicações, prevenir a eclampsia com sulfato de magnésio e monitorar bem a paciente. O sulfato de magnésio é o agente de escolha para a prevenção das convulsões na pré-eclâmpsia grave. Além disso, é necessário iniciar um anti-hipertensivo de ação rápida para reduzir a pressão arterial.
A opção A, iniciar nifedipino isoladamente e só observar, é insuficiente diante da gravidade do quadro. A opção B, cesariana emergencial sem estabilização, não é ideal, pois a mãe precisa estar estabilizada antes da cirurgia para minimizar riscos. A opção C, apenas analgesia e hidratação, é inadequada e perigosa.
Portanto, a conduta mais adequada é a opção D: administrar sulfato de magnésio para prevenção da eclampsia e começar anti-hipertensivo de rápida ação.
Gabarito: d