Marcos de Castro
EQUIPE
12/10/2026 • 00:01
Vamos falar sobre precauções-padrão, que são aquelas medidas básicas que todo profissional de saúde deve adotar para se proteger e proteger os pacientes, independentemente de qualquer suspeita de doença transmissível. Isso inclui o uso obrigatório de equipamentos de proteção individual (EPI), higiene rigorosa das mãos, descarte correto de materiais perfurocortantes, entre outros cuidados.
Na questão, a alternativa A está errada porque o EPI deve ser usado sempre, mesmo que o paciente não apresente sinais evidentes de infecção, pois muitas doenças podem ser assintomáticas.
A alternativa B está correta, pois é fundamental lavar as mãos não só antes e depois de atender cada paciente, mas também entre procedimentos realizados no mesmo paciente para evitar a contaminação cruzada.
Já a alternativa C está incorreta, pois reencapar, entortar ou quebrar agulhas são práticas perigosas e proibidas, pois aumentam o risco de acidentes com perfurocortantes.
A alternativa D é inválida, pois não se deve usar luvas para realizar atividades que não envolvem contato direto com o paciente, como atender telefone ou abrir portas, já que as luvas podem estar contaminadas.
Por fim, a alternativa E contém erro, porque as caixas de descarte não devem ser preenchidas até a capacidade total para evitar transbordamentos e acidentes; o ideal é descartá-las quando estiverem próximas da capacidade máxima.
Portanto, a medida correta a ser adotada na assistência a todos os pacientes, conforme as precauções-padrão, está na alternativa B.
Na questão, a alternativa A está errada porque o EPI deve ser usado sempre, mesmo que o paciente não apresente sinais evidentes de infecção, pois muitas doenças podem ser assintomáticas.
A alternativa B está correta, pois é fundamental lavar as mãos não só antes e depois de atender cada paciente, mas também entre procedimentos realizados no mesmo paciente para evitar a contaminação cruzada.
Já a alternativa C está incorreta, pois reencapar, entortar ou quebrar agulhas são práticas perigosas e proibidas, pois aumentam o risco de acidentes com perfurocortantes.
A alternativa D é inválida, pois não se deve usar luvas para realizar atividades que não envolvem contato direto com o paciente, como atender telefone ou abrir portas, já que as luvas podem estar contaminadas.
Por fim, a alternativa E contém erro, porque as caixas de descarte não devem ser preenchidas até a capacidade total para evitar transbordamentos e acidentes; o ideal é descartá-las quando estiverem próximas da capacidade máxima.
Portanto, a medida correta a ser adotada na assistência a todos os pacientes, conforme as precauções-padrão, está na alternativa B.