Camila Duarte
EQUIPE
11/10/2026 • 21:01
Para entender essa questão, é importante analisar como a tecnologia pode ser usada de forma eficiente e precisa em operações policiais complexas que envolvem vigilância e monitoramento. A PMPE, Polícia Militar de Pernambuco, utiliza diversas ferramentas tecnológicas associadas à internet, e a questão pede para identificar uma alternativa que descreva corretamente o modo de utilização dessas tecnologias em um contexto onde precisão e eficiência são cruciais.
Observando as alternativas: a letra a) fala no uso exclusivo de redes sociais para coleta de informações e confiar na precisão dos dados publicamente disponíveis. Isso não é adequado porque redes sociais são fontes abertas e nem sempre os dados são confiáveis para operações policiais críticas, além de faltar confirmação de outras fontes.
A letra b) menciona a implementação de um sistema de reconhecimento facial integrado a bancos de dados públicos e privados, operando em tempo real para identificar suspeitos em locais estratégicos. Essa abordagem é tecnológica, integrada, em tempo real e visa precisão no monitoramento, o que faz muito sentido em operações de vigilância modernas.
A opção c) fala em depender só de sistemas GPS para monitoramento, sem outras formas de confirmação, o que não é recomendado, pois o GPS pode falhar ou ser insuficiente isoladamente.
A letra d) cita o uso de drones com câmeras de alta definição que não transmitem dados em tempo real, apenas armazenando em cartão SD. Isso limita a eficiência e a capacidade de resposta rápida, pois não há monitoramento ao vivo.
Por fim, a letra e) fala do uso de IA para analisar padrões no tráfego da internet, mas sem integração com sistemas de vigilância física, o que limita muito a aplicação prática em um cenário complexo e integrado.
Portanto, a opção que melhor descreve um modo correto de utilização das tecnologias para um contexto em que precisão e eficiência são essenciais é a letra b).
Observando as alternativas: a letra a) fala no uso exclusivo de redes sociais para coleta de informações e confiar na precisão dos dados publicamente disponíveis. Isso não é adequado porque redes sociais são fontes abertas e nem sempre os dados são confiáveis para operações policiais críticas, além de faltar confirmação de outras fontes.
A letra b) menciona a implementação de um sistema de reconhecimento facial integrado a bancos de dados públicos e privados, operando em tempo real para identificar suspeitos em locais estratégicos. Essa abordagem é tecnológica, integrada, em tempo real e visa precisão no monitoramento, o que faz muito sentido em operações de vigilância modernas.
A opção c) fala em depender só de sistemas GPS para monitoramento, sem outras formas de confirmação, o que não é recomendado, pois o GPS pode falhar ou ser insuficiente isoladamente.
A letra d) cita o uso de drones com câmeras de alta definição que não transmitem dados em tempo real, apenas armazenando em cartão SD. Isso limita a eficiência e a capacidade de resposta rápida, pois não há monitoramento ao vivo.
Por fim, a letra e) fala do uso de IA para analisar padrões no tráfego da internet, mas sem integração com sistemas de vigilância física, o que limita muito a aplicação prática em um cenário complexo e integrado.
Portanto, a opção que melhor descreve um modo correto de utilização das tecnologias para um contexto em que precisão e eficiência são essenciais é a letra b).