Equipe Gabarite
EQUIPE
11/10/2026 • 19:01
Vamos conversar sobre insuficiência cardíaca e as terapias que podem ajudar pacientes com essa condição. Aqui temos um paciente com insuficiência cardíaca e fração de ejeção reduzida (28%), além de bloqueio de ramo esquerdo com QRS prolongado (165 ms). Isso é importante porque a duração e o padrão do QRS indicam desincronização ventricular.
A terapia de ressincronização cardíaca (TRC) é indicada exatamente nesses casos, para melhorar a sincronia do coração e, assim, melhorar sintomas, qualidade de vida e reduzir hospitalizações e mortalidade. Quando há indicação de TRC e risco de arritmias ventriculares, o aparelho pode vir com desfibrilador incorporado (TRC-D).
Vamos às alternativas: a revascularização prévia não elimina o benefício da TRC, então alternativa (a) está errada. O marcapasso convencional bicameral não corrige a desincronização do ventrículo esquerdo, portanto (b) também não é a melhor escolha. A introdução de ivabradina isoladamente, sem considerar a frequência cardíaca (que deve estar acima de 70 bpm) e sem resolver a desincronização, não é a opção mais eficaz (d). A ablação de nó atrioventricular seguida de estímulo ventricular direito piora a contratilidade por aumentar a desincronização, logo (e) não é recomendada.
Assim, o melhor caminho é a terapia de ressincronização, associada a desfibrilador se possível, correspondendo à letra (c).
A terapia de ressincronização cardíaca (TRC) é indicada exatamente nesses casos, para melhorar a sincronia do coração e, assim, melhorar sintomas, qualidade de vida e reduzir hospitalizações e mortalidade. Quando há indicação de TRC e risco de arritmias ventriculares, o aparelho pode vir com desfibrilador incorporado (TRC-D).
Vamos às alternativas: a revascularização prévia não elimina o benefício da TRC, então alternativa (a) está errada. O marcapasso convencional bicameral não corrige a desincronização do ventrículo esquerdo, portanto (b) também não é a melhor escolha. A introdução de ivabradina isoladamente, sem considerar a frequência cardíaca (que deve estar acima de 70 bpm) e sem resolver a desincronização, não é a opção mais eficaz (d). A ablação de nó atrioventricular seguida de estímulo ventricular direito piora a contratilidade por aumentar a desincronização, logo (e) não é recomendada.
Assim, o melhor caminho é a terapia de ressincronização, associada a desfibrilador se possível, correspondendo à letra (c).