Marcos de Castro
EQUIPE
11/10/2026 • 17:01
Vamos analisar essa questão com atenção. O caso é de uma menina com 4 anos que apresenta sintomas respiratórios (tosse, dificuldade para respirar, sibilos, roncos) e exames que mostram anemia hipocrômica e microcítica, baixo estoque de ferro, e um aumento significativo de eosinófilos no sangue (22%), o que sugere uma resposta alérgica ou parasitária. Além disso, o exame físico demonstra aumento do fígado e do baço, e a criança vive em condições sanitárias ruins, o que favorece infecções parasitárias.
A presença de eosinofilia importante e sintomas respiratórios, junto com hepatomegalia e esplenomegalia, leva a suspeitar de uma parasitose provocada por helmintos que têm fase pulmonar e provocam resposta alérgica. Toxocaríase, infecção por larvas Toxocara canis, encaixa nessa descrição: tosse, sibilos, eosinofilia elevada e aumento de fígado e baço (síndrome da larva migrans visceral), comum em áreas com más condições sanitárias.
O tratamento padrão para toxocaríase é com albendazol, que combate os helmintos larvais que provocam essa síndrome.
As outras opções não se encaixam muito bem: estrongiloidíase também é parasitária, mas normalmente não provoca esse quadro respiratório agudo com eosinofilia tão alta; toxoplasmose não causa eosinofilia e geralmente não tem essa apresentação; teníase costuma ser assintomática ou com sintomas abdominais, não respiratórios e não tem aumento de eosinófilos tão elevado; amebíase não gera eosinofilia e nem sintomas respiratórios.
Portanto, o diagnóstico mais provável é toxocaríase, e o tratamento é albendazol.
A presença de eosinofilia importante e sintomas respiratórios, junto com hepatomegalia e esplenomegalia, leva a suspeitar de uma parasitose provocada por helmintos que têm fase pulmonar e provocam resposta alérgica. Toxocaríase, infecção por larvas Toxocara canis, encaixa nessa descrição: tosse, sibilos, eosinofilia elevada e aumento de fígado e baço (síndrome da larva migrans visceral), comum em áreas com más condições sanitárias.
O tratamento padrão para toxocaríase é com albendazol, que combate os helmintos larvais que provocam essa síndrome.
As outras opções não se encaixam muito bem: estrongiloidíase também é parasitária, mas normalmente não provoca esse quadro respiratório agudo com eosinofilia tão alta; toxoplasmose não causa eosinofilia e geralmente não tem essa apresentação; teníase costuma ser assintomática ou com sintomas abdominais, não respiratórios e não tem aumento de eosinófilos tão elevado; amebíase não gera eosinofilia e nem sintomas respiratórios.
Portanto, o diagnóstico mais provável é toxocaríase, e o tratamento é albendazol.