Marcos de Castro
EQUIPE
05/10/2026 • 16:01
Vamos falar sobre soldas em estruturas metálicas, que são essenciais para garantir a resistência e a segurança das ligações entre os elementos como enrijecedores, chapas e cantoneiras. A questão apresenta várias afirmativas que precisam ser julgadas como verdadeiras ou falsas relacionadas às características das soldas, especialmente das de penetração total e parcial e das soldas de filete.
A primeira afirmação fala sobre a área efetiva das soldas ser a diferença entre o comprimento efetivo da solda e a espessura da garganta efetiva. Isso não faz sentido, porque a área efetiva é uma multiplicação (comprimento efetivo vezes a espessura da garganta efetiva), não uma diferença. Portanto, é falsa.
A segunda afirmação diz que o comprimento efetivo da solda, de penetração total ou parcial, é igual ao comprimento real, que deve ser igual à largura da parte ligada. Esse é um conceito padrão: na prática, o comprimento efetivo corresponde ao comprimento da solda aplicada na peça ligada, então essa afirmação é verdadeira.
A terceira afirmação trata da garganta efetiva da solda de penetração total como sendo igual à maior das espessuras das partes soldadas. No manual de soldagem e normas técnicas, a espessura da garganta efetiva para soldas de penetração total costuma ser igual à menor espessura da peça ligada, pois essa é a seção que suporta a carga. Logo, a afirmativa é falsa.
A quarta afirmação diz que não podem ser usadas soldas de penetração parcial em emendas de peças fletidas. Isso é correto, pois peças submetidas a flexão demandam soldas mais resistentes, normalmente de penetração total para garantir resistência. Esta afirmativa é verdadeira.
A quinta afirmação fala que, ao usar somente soldas de filete longitudinais em ligações extremas de chapas planas tracionadas, o comprimento de cada filete não pode ser maior que a distância transversal entre elas. Isso é uma regra para evitar concentração de esforços e garantir boa distribuição de cargas, portanto é verdadeira.
Assim, a sequência correta das afirmativas é: F (1), V (2), F (3), V (4), V (5).
Gabarito: d) F V F V F.
A primeira afirmação fala sobre a área efetiva das soldas ser a diferença entre o comprimento efetivo da solda e a espessura da garganta efetiva. Isso não faz sentido, porque a área efetiva é uma multiplicação (comprimento efetivo vezes a espessura da garganta efetiva), não uma diferença. Portanto, é falsa.
A segunda afirmação diz que o comprimento efetivo da solda, de penetração total ou parcial, é igual ao comprimento real, que deve ser igual à largura da parte ligada. Esse é um conceito padrão: na prática, o comprimento efetivo corresponde ao comprimento da solda aplicada na peça ligada, então essa afirmação é verdadeira.
A terceira afirmação trata da garganta efetiva da solda de penetração total como sendo igual à maior das espessuras das partes soldadas. No manual de soldagem e normas técnicas, a espessura da garganta efetiva para soldas de penetração total costuma ser igual à menor espessura da peça ligada, pois essa é a seção que suporta a carga. Logo, a afirmativa é falsa.
A quarta afirmação diz que não podem ser usadas soldas de penetração parcial em emendas de peças fletidas. Isso é correto, pois peças submetidas a flexão demandam soldas mais resistentes, normalmente de penetração total para garantir resistência. Esta afirmativa é verdadeira.
A quinta afirmação fala que, ao usar somente soldas de filete longitudinais em ligações extremas de chapas planas tracionadas, o comprimento de cada filete não pode ser maior que a distância transversal entre elas. Isso é uma regra para evitar concentração de esforços e garantir boa distribuição de cargas, portanto é verdadeira.
Assim, a sequência correta das afirmativas é: F (1), V (2), F (3), V (4), V (5).
Gabarito: d) F V F V F.