Equipe Gabarite
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24/09/2026 • 22:01
Vamos conversar sobre um tema atual e muito importante: os desafios enfrentados pelos trabalhadores diante das reformas trabalhistas e previdenciárias, que, para a autora Djamila Ribeiro, resultam em uma espécie de 'escravidão remunerada'.
No texto apresentado, a autora discute como a reforma da Previdência e a ampliação da terceirização precarizam a vida das trabalhadoras, principalmente das mulheres negras, que já enfrentam dificuldades históricas devido à informalidade e à desigualdade social. Ela diferencia a escravidão tradicional, que de fato foi uma violação extrema da humanidade, da atual situação de exploração associada à precarização do trabalho, que chama de 'escravidão remunerada'.
No entanto, o termo 'escravidão moderna', usado pela autora, é especificamente ligado à continuação do tráfico humano, trabalho forçado e outras formas de trabalhos e condições similares à escravidão, como mencionado no parágrafo 13 do texto. A ideia de 'escravidão remunerada' referida no texto (parágrafo 14) é relacionada ao contexto da precarização do trabalho e terceirização irrestrita, que geram condições de exploração e ausência de direitos trabalhistas plenos.
Analisando cada alternativa:
a) Trata da dominação europeia pela escravização histórica, o que se refere ao passado e não à ideia atual de 'escravidão remunerada'.
b) Refere-se ao contexto histórico de guerra e servidão, mais antigo que o conceito tratado hoje.
c) Refere-se a formas modernas de escravidão, incluindo tráfico e trabalho forçado, que a autora relaciona com 'escravidão moderna', não com 'escravidão remunerada'.
d) Refere-se à terceirização e redução dos direitos trabalhistas, criando condições precárias, alinhada à ideia de 'escravidão remunerada' discutida pela autora ao falar da precarização do trabalho e como isso dificulta a vida dos trabalhadores.
Portanto, a alternativa que melhor sustenta a ideia de "escravidão remunerada" conforme o texto é a letra d), pois aponta o contexto contemporâneo de precarização e violação dos direitos trabalhistas que refletem essa condição criticada pela autora.
No texto apresentado, a autora discute como a reforma da Previdência e a ampliação da terceirização precarizam a vida das trabalhadoras, principalmente das mulheres negras, que já enfrentam dificuldades históricas devido à informalidade e à desigualdade social. Ela diferencia a escravidão tradicional, que de fato foi uma violação extrema da humanidade, da atual situação de exploração associada à precarização do trabalho, que chama de 'escravidão remunerada'.
No entanto, o termo 'escravidão moderna', usado pela autora, é especificamente ligado à continuação do tráfico humano, trabalho forçado e outras formas de trabalhos e condições similares à escravidão, como mencionado no parágrafo 13 do texto. A ideia de 'escravidão remunerada' referida no texto (parágrafo 14) é relacionada ao contexto da precarização do trabalho e terceirização irrestrita, que geram condições de exploração e ausência de direitos trabalhistas plenos.
Analisando cada alternativa:
a) Trata da dominação europeia pela escravização histórica, o que se refere ao passado e não à ideia atual de 'escravidão remunerada'.
b) Refere-se ao contexto histórico de guerra e servidão, mais antigo que o conceito tratado hoje.
c) Refere-se a formas modernas de escravidão, incluindo tráfico e trabalho forçado, que a autora relaciona com 'escravidão moderna', não com 'escravidão remunerada'.
d) Refere-se à terceirização e redução dos direitos trabalhistas, criando condições precárias, alinhada à ideia de 'escravidão remunerada' discutida pela autora ao falar da precarização do trabalho e como isso dificulta a vida dos trabalhadores.
Portanto, a alternativa que melhor sustenta a ideia de "escravidão remunerada" conforme o texto é a letra d), pois aponta o contexto contemporâneo de precarização e violação dos direitos trabalhistas que refletem essa condição criticada pela autora.