Marcos de Castro
EQUIPE
04/10/2026 • 03:01
Nessa questão, o foco é compreender as demandas e posicionamentos expressos na nota oficial do Ministério das Mulheres sobre o feminicídio, que reafirma o compromisso do Estado e da sociedade no combate à violência contra as mulheres.
Primeiro, precisamos identificar quais demandas estão explícitas ou inferíveis na nota. A nota enfatiza a necessidade de ações conjuntas da sociedade e dos governos para combater a violência, a importância da campanha "Mulheres Vivas – Festas sem Violência" para conscientização e mobilização social, e destaca o papel do Estado em garantir acolhimento e proteção, além de atuar rapidamente e com rigor contra os agressores.
Analisando as alternativas:
- A alternativa (a) fala sobre a aderência de todos os segmentos da sociedade para coibir a violência, que está presente na nota, pois há apelo para que a sociedade rompa o silêncio e se mobilize.
- A alternativa (b) destaca o fomento de campanhas educativas para conscientização, que corresponde à campanha mencionada na nota.
- A alternativa (c) mostra a prioridade do Estado em acolher mulheres vítimas para evitar o feminicídio, o que é coerente com o trecho sobre garantir acolhimento, proteção e direitos às famílias.
- A alternativa (d) fala da urgência das ações nas várias esferas de governo, alinhada com a nota que evidencia "rigor e celeridade" e a articulação com governos estaduais e municipais.
- A alternativa (e), entretanto, menciona "vanidade de uma legislação rigorosa e célere", termo que sugere inutilidade ou futilidade da legislação rigorosa, o que é contrário à mensagem do texto. A nota defende a legislação rigorosa e rápida contra agressores, não a desvaloriza.
Portanto, a alternativa (e) é a única que não está de acordo ou é inferível da nota, pois distorce o posicionamento do Ministério das Mulheres.
Gabarito: e
Primeiro, precisamos identificar quais demandas estão explícitas ou inferíveis na nota. A nota enfatiza a necessidade de ações conjuntas da sociedade e dos governos para combater a violência, a importância da campanha "Mulheres Vivas – Festas sem Violência" para conscientização e mobilização social, e destaca o papel do Estado em garantir acolhimento e proteção, além de atuar rapidamente e com rigor contra os agressores.
Analisando as alternativas:
- A alternativa (a) fala sobre a aderência de todos os segmentos da sociedade para coibir a violência, que está presente na nota, pois há apelo para que a sociedade rompa o silêncio e se mobilize.
- A alternativa (b) destaca o fomento de campanhas educativas para conscientização, que corresponde à campanha mencionada na nota.
- A alternativa (c) mostra a prioridade do Estado em acolher mulheres vítimas para evitar o feminicídio, o que é coerente com o trecho sobre garantir acolhimento, proteção e direitos às famílias.
- A alternativa (d) fala da urgência das ações nas várias esferas de governo, alinhada com a nota que evidencia "rigor e celeridade" e a articulação com governos estaduais e municipais.
- A alternativa (e), entretanto, menciona "vanidade de uma legislação rigorosa e célere", termo que sugere inutilidade ou futilidade da legislação rigorosa, o que é contrário à mensagem do texto. A nota defende a legislação rigorosa e rápida contra agressores, não a desvaloriza.
Portanto, a alternativa (e) é a única que não está de acordo ou é inferível da nota, pois distorce o posicionamento do Ministério das Mulheres.
Gabarito: e