Matheus Fernandes
EQUIPE
04/10/2026 • 03:01
Vamos falar um pouco sobre poesia, que é um jeito lindo e sensível de expressar sentimentos, imagens e pensamentos. Nesse poema, temos uma forte carga simbólica e uma perspectiva feminina muito presente.
No primeiro verso, a "superfície do lago" é descrita como mansa, ou seja, tranquila. Já as "margens" pesam devido ao silêncio e às lágrimas, indicando que há um peso emocional ou uma dor nas bordas, nas extremidades do lago. Então, a relação entre 'superfície' e 'margens' não é exatamente de aquiescência (harmonia), pois a superfície é calma e mansueta, enquanto as margens têm um peso, um fardo. Logo, a primeira afirmação é falsa.
Na segunda afirmação, "estar na margem" como metáfora para estar fora do centro ou do poder é muito comum e faz bastante sentido, principalmente se considerarmos que o eu lírico é uma personagem afrofeminina. Ela, então, representa essa condição de estar, de certa forma, à margem da sociedade dominante, o que reforça seus desafios e a sua existência de resistência (reexistência). Isso torna a segunda afirmação verdadeira.
O lago simboliza, frequentemente na literatura, elementos como nascimento, vida, ancestralidade e um lugar de ligação com o passado. A superfície do lago, como um espelho, mostra a imagem refletida e, simbolicamente, a identidade e as dores do eu lírico. Isso confirma a terceira afirmação como verdadeira.
Por fim, o contraste entre a mansidão inicial do lago e a ação da mulher que enche as mãos de sangue e corta o azul da superfície reforça o rompimento dessa paz, criando desequilíbrios, que podem ser entendidos tanto pessoais quanto sociais. Portanto, a quarta afirmação é verdadeira.
Assim, a sequência correta é: Falso, Verdadeiro, Verdadeiro, Verdadeiro.
Gabarito: Letra a) F- V- V- V.
No primeiro verso, a "superfície do lago" é descrita como mansa, ou seja, tranquila. Já as "margens" pesam devido ao silêncio e às lágrimas, indicando que há um peso emocional ou uma dor nas bordas, nas extremidades do lago. Então, a relação entre 'superfície' e 'margens' não é exatamente de aquiescência (harmonia), pois a superfície é calma e mansueta, enquanto as margens têm um peso, um fardo. Logo, a primeira afirmação é falsa.
Na segunda afirmação, "estar na margem" como metáfora para estar fora do centro ou do poder é muito comum e faz bastante sentido, principalmente se considerarmos que o eu lírico é uma personagem afrofeminina. Ela, então, representa essa condição de estar, de certa forma, à margem da sociedade dominante, o que reforça seus desafios e a sua existência de resistência (reexistência). Isso torna a segunda afirmação verdadeira.
O lago simboliza, frequentemente na literatura, elementos como nascimento, vida, ancestralidade e um lugar de ligação com o passado. A superfície do lago, como um espelho, mostra a imagem refletida e, simbolicamente, a identidade e as dores do eu lírico. Isso confirma a terceira afirmação como verdadeira.
Por fim, o contraste entre a mansidão inicial do lago e a ação da mulher que enche as mãos de sangue e corta o azul da superfície reforça o rompimento dessa paz, criando desequilíbrios, que podem ser entendidos tanto pessoais quanto sociais. Portanto, a quarta afirmação é verdadeira.
Assim, a sequência correta é: Falso, Verdadeiro, Verdadeiro, Verdadeiro.
Gabarito: Letra a) F- V- V- V.