David Castilho
EQUIPE
03/10/2026 • 18:01
Vamos conversar um pouco sobre radioatividade e transformação nuclear, um tema muito interessante no campo da física e química nuclear. Quando falamos de processos radioativos, estamos nos referindo à emissão espontânea de partículas ou radiação por núcleos instáveis, o que gera a transformação desses núcleos em outros elementos ou isótopos.
A alternativa (a) está correta ao dizer que o tempo de meia-vida é o intervalo necessário para que metade dos átomos radioativos de uma amostra decaia, e que esse tempo é independente de fatores externos como temperatura e pressão. Isso é um princípio fundamental da radioatividade: o decaimento é um processo estatístico e interno ao núcleo, não influenciado por condições ambientais.
A alternativa (b) apresenta um erro: as partículas beta têm massa menor e maior poder de penetração que as partículas alfa. De fato, partículas alfa são mais massivas e têm um poder de penetração bem menor, sendo bloqueadas facilmente por uma folha de papel; as partículas beta penetram mais e são bloqueadas por materiais como alumínio.
Na alternativa (c), há confusão entre fissão e fusão: a fissão é a divisão de um núcleo pesado em núcleos menores, liberando energia e utilizada em reatores nucleares. O que descreve a fusão (junção de núcleos leves) está confundido.
A alternativa (d) é errada, porque a fusão não ocorre espontaneamente em materiais radioativos e não é o processo usado em usinas nucleares tradicionais (como Angra). Fusão nuclear é a junção de núcleos leves, como no Sol, e não gera nuclídeos mais instáveis e nem utiliza radiação gama como principal energia liberada de forma espontânea.
A alternativa (e) também está incorreta. Na emissão alfa, o núcleo perde duas unidades de número atômico e 4 unidades de massa porque emite uma partícula alfa, que é um núcleo de hélio (2 prótons e 2 nêutrons). Não ocorre aumento do número atômico por conversão de nêutrons em prótons nesse processo.
Portanto, a única alternativa correta é a (a).
A alternativa (a) está correta ao dizer que o tempo de meia-vida é o intervalo necessário para que metade dos átomos radioativos de uma amostra decaia, e que esse tempo é independente de fatores externos como temperatura e pressão. Isso é um princípio fundamental da radioatividade: o decaimento é um processo estatístico e interno ao núcleo, não influenciado por condições ambientais.
A alternativa (b) apresenta um erro: as partículas beta têm massa menor e maior poder de penetração que as partículas alfa. De fato, partículas alfa são mais massivas e têm um poder de penetração bem menor, sendo bloqueadas facilmente por uma folha de papel; as partículas beta penetram mais e são bloqueadas por materiais como alumínio.
Na alternativa (c), há confusão entre fissão e fusão: a fissão é a divisão de um núcleo pesado em núcleos menores, liberando energia e utilizada em reatores nucleares. O que descreve a fusão (junção de núcleos leves) está confundido.
A alternativa (d) é errada, porque a fusão não ocorre espontaneamente em materiais radioativos e não é o processo usado em usinas nucleares tradicionais (como Angra). Fusão nuclear é a junção de núcleos leves, como no Sol, e não gera nuclídeos mais instáveis e nem utiliza radiação gama como principal energia liberada de forma espontânea.
A alternativa (e) também está incorreta. Na emissão alfa, o núcleo perde duas unidades de número atômico e 4 unidades de massa porque emite uma partícula alfa, que é um núcleo de hélio (2 prótons e 2 nêutrons). Não ocorre aumento do número atômico por conversão de nêutrons em prótons nesse processo.
Portanto, a única alternativa correta é a (a).