Matheus Fernandes
EQUIPE
03/10/2026 • 09:01
Vamos falar um pouco sobre amplificadores de potência e suas classes, que é algo muito comum em eletrônica para entender eficiência, funcionamento e distorções.
Primeiro, a afirmação I diz que a eficiência aumenta da classe A até a classe D. Isso é correto: amplificadores classe A têm baixa eficiência (~20-30%), classe B melhor (~50-70%), classe AB intermediária, e classe D (amplificadores digitais ou chaveados) têm eficiência muito alta, podendo chegar a mais de 90%.
A afirmação II fala sobre amplificadores classe C serem para sinais pulsados ou digitais. Na verdade, amplificadores classe C são usados sobretudo em aplicações de RF (radiofrequência), trabalhando com menos de 180° do ciclo, gerando distorção que é aceitável para ondas moduladas (não linhares), mas não são típicos para sinais digitais. Normalmente, a classe D é que é ligada a operação digital ou pulsada. Então, o enunciado II está incorreto.
A III menciona que amplificadores classe AB operam com polarização para menos de 180° de ciclo, o que não é verdade: a classe AB opera entre 180° e 360°, ou seja, mais que 180°, para reduzir a distorção de crossover, diferente da classe B, que tem exatamente 180°. Logo, III está incorreta.
A IV diz que para garantir 360° de operação em classe B, são necessárias duas operações, uma para semiciclo positivo e outra para o negativo. Isso é verdadeiro porque a classe B opera com semiciclos alternados usando configuração push-pull para reproduzir o sinal completo.
A V apresenta que a distorção em amplificadores não ideais pode ser descrita por frequência fundamental e componentes harmônicos. Isso é correto, pois a análise em série harmônica é padrão para distorções em sinais senoidais.
Portanto, corretas são I, IV e V, o que corresponde à alternativa b).
Primeiro, a afirmação I diz que a eficiência aumenta da classe A até a classe D. Isso é correto: amplificadores classe A têm baixa eficiência (~20-30%), classe B melhor (~50-70%), classe AB intermediária, e classe D (amplificadores digitais ou chaveados) têm eficiência muito alta, podendo chegar a mais de 90%.
A afirmação II fala sobre amplificadores classe C serem para sinais pulsados ou digitais. Na verdade, amplificadores classe C são usados sobretudo em aplicações de RF (radiofrequência), trabalhando com menos de 180° do ciclo, gerando distorção que é aceitável para ondas moduladas (não linhares), mas não são típicos para sinais digitais. Normalmente, a classe D é que é ligada a operação digital ou pulsada. Então, o enunciado II está incorreto.
A III menciona que amplificadores classe AB operam com polarização para menos de 180° de ciclo, o que não é verdade: a classe AB opera entre 180° e 360°, ou seja, mais que 180°, para reduzir a distorção de crossover, diferente da classe B, que tem exatamente 180°. Logo, III está incorreta.
A IV diz que para garantir 360° de operação em classe B, são necessárias duas operações, uma para semiciclo positivo e outra para o negativo. Isso é verdadeiro porque a classe B opera com semiciclos alternados usando configuração push-pull para reproduzir o sinal completo.
A V apresenta que a distorção em amplificadores não ideais pode ser descrita por frequência fundamental e componentes harmônicos. Isso é correto, pois a análise em série harmônica é padrão para distorções em sinais senoidais.
Portanto, corretas são I, IV e V, o que corresponde à alternativa b).