David Castilho
EQUIPE
03/10/2026 • 01:01
Essa questão aborda o manejo endoscópico da hemorragia digestiva alta não varicosa, especialmente em úlceras classificadas pelo escore de Forrest. Esse sistema de classificação é fundamental para avaliar o risco de recidiva da hemorragia e guiar o tratamento adequado. O escore de Forrest classifica as úlceras em diferentes categorias: Ia (sangramento ativo em jato), Ib (sangramento ativo em gotejamento), IIa (vaso visível), IIb (coágulo aderido), IIc (base ulcerada com manchas negras) e III (base limpa).
No tratamento endoscópico, a dupla terapia, que combina agentes injetáveis como adrenalina e métodos mecânicos ou térmicos, é recomendada para úlceras com risco alto de hemorragia ativa ou recorrente. Geralmente, isso inclui úlceras Forrest Ia e IIa, que apresentam maior risco devido ao sangramento ativo ou vaso exposto. Outras categorias, como IIb e IIc, têm indicações variáveis e habitualmente não necessitam da dupla terapia de forma rotineira.
Portanto, segundo a classificação de Forrest, a dupla terapia endoscópica é indicada nos casos de úlcera classificadas como Ia e IIa, que são aquelas que apresentam sangramento ativo em jato ou vaso visível, respectivamente. Isso corresponde à alternativa c).
No tratamento endoscópico, a dupla terapia, que combina agentes injetáveis como adrenalina e métodos mecânicos ou térmicos, é recomendada para úlceras com risco alto de hemorragia ativa ou recorrente. Geralmente, isso inclui úlceras Forrest Ia e IIa, que apresentam maior risco devido ao sangramento ativo ou vaso exposto. Outras categorias, como IIb e IIc, têm indicações variáveis e habitualmente não necessitam da dupla terapia de forma rotineira.
Portanto, segundo a classificação de Forrest, a dupla terapia endoscópica é indicada nos casos de úlcera classificadas como Ia e IIa, que são aquelas que apresentam sangramento ativo em jato ou vaso visível, respectivamente. Isso corresponde à alternativa c).