Equipe Gabarite
EQUIPE
03/10/2026 • 01:01
Vamos conversar sobre a colangite aguda, que é uma infecção grave dos ductos biliares e realmente pode ser muito perigosa. O tratamento principal envolve a desobstrução do ducto biliar, geralmente por meio da colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE). Essa técnica permite remover cálculos, realizar esfinterectomia e colocar próteses para drenagem, tudo isso para aliviar a obstrução e controlar a infecção.
A esfincterectomia endoscópica é mesmo muito relacionada aos casos com coledocolitíase (pedras no ducto biliar comum), pois ajuda a remover ou facilitar a passagem das pedras, então a alternativa (a) está incorreta ao dizer que não se relaciona diretamente.
Quanto ao tempo, a CPRE deve ser feita de forma relativamente rápida para evitar complicações, mas a referência tradicional é que a intervenção ocorra em até 48 horas, especialmente em casos graves. A alternativa (b), que fala em 72 horas, está um pouco afastada do consenso atual, que reforça a urgência maior.
Já a alternativa (c) está errada porque, antes da CPRE, o paciente precisa sim de cuidados clínicos e de estabilização (como fluidos intravenosos, antibióticos e suporte hemodinâmico) para controlar o quadro e melhorar as condições para o procedimento.
Por fim, em pacientes instáveis, o procedimento pode ser dividido: às vezes, devido ao risco da anestesia e do procedimento longo, realiza-se apenas a drenagem com inserção de prótese para estabilização rápida, deixando a esfincterectomia ou remoção de cálculos para um momento posterior. Isso faz a alternativa (d) correta.
Portanto, a resposta correta é a alternativa d.
A esfincterectomia endoscópica é mesmo muito relacionada aos casos com coledocolitíase (pedras no ducto biliar comum), pois ajuda a remover ou facilitar a passagem das pedras, então a alternativa (a) está incorreta ao dizer que não se relaciona diretamente.
Quanto ao tempo, a CPRE deve ser feita de forma relativamente rápida para evitar complicações, mas a referência tradicional é que a intervenção ocorra em até 48 horas, especialmente em casos graves. A alternativa (b), que fala em 72 horas, está um pouco afastada do consenso atual, que reforça a urgência maior.
Já a alternativa (c) está errada porque, antes da CPRE, o paciente precisa sim de cuidados clínicos e de estabilização (como fluidos intravenosos, antibióticos e suporte hemodinâmico) para controlar o quadro e melhorar as condições para o procedimento.
Por fim, em pacientes instáveis, o procedimento pode ser dividido: às vezes, devido ao risco da anestesia e do procedimento longo, realiza-se apenas a drenagem com inserção de prótese para estabilização rápida, deixando a esfincterectomia ou remoção de cálculos para um momento posterior. Isso faz a alternativa (d) correta.
Portanto, a resposta correta é a alternativa d.