David Castilho
EQUIPE
03/10/2026 • 01:01
Vamos falar sobre coledocolitíase, que é a presença de cálculo (pedra) no colédoco, o ducto que liga a vesícula biliar ao intestino. Esse tema é muito importante na gastroenterologia e cirurgia. A Sociedade Americana de Endoscopia Gastrointestinal (ASGE) criou guidelines para ajudar médicos a decidir o melhor caminho diagnóstico e terapêutico.
Os preditores fortes para coledocolitíase são sinais e exames que indicam alta probabilidade de presença de pedra no colédoco, como icterícia recente, colangite, dilatação do colédoco na ultrassonografia, ou presença de pedra visível no colédoco à US. Quando o paciente tem dois predictores fortes, a recomendação do guideline da ASGE é realizar a colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), porque além de diagnosticar, permite a retirada da pedra de forma terapêutica.
A ultrassonografia intraoperatória é usada para confirmar a presença de cálculos durante a colecistectomia, mas não é primeira escolha para esses casos já com predictores fortes. Colecistectomia videolaparoscópica é a cirurgia para retirada da vesícula, indicada em colelitíase, mas antes de operar é importante tratar os cálculos no colédoco. A colangiopancreatografia por ressonância magnética (CPRM) é um exame diagnóstico não invasivo, mas na presença de predictores fortes, a CPRE é preferida porque permite tratamento simultâneo.
Portanto, no caso de dois predictores fortes para coledocolitíase, o exame indicado pelo guideline da ASGE é a colangiopancreatografia retrógrada endoscópica.
Gabarito: c
Os preditores fortes para coledocolitíase são sinais e exames que indicam alta probabilidade de presença de pedra no colédoco, como icterícia recente, colangite, dilatação do colédoco na ultrassonografia, ou presença de pedra visível no colédoco à US. Quando o paciente tem dois predictores fortes, a recomendação do guideline da ASGE é realizar a colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), porque além de diagnosticar, permite a retirada da pedra de forma terapêutica.
A ultrassonografia intraoperatória é usada para confirmar a presença de cálculos durante a colecistectomia, mas não é primeira escolha para esses casos já com predictores fortes. Colecistectomia videolaparoscópica é a cirurgia para retirada da vesícula, indicada em colelitíase, mas antes de operar é importante tratar os cálculos no colédoco. A colangiopancreatografia por ressonância magnética (CPRM) é um exame diagnóstico não invasivo, mas na presença de predictores fortes, a CPRE é preferida porque permite tratamento simultâneo.
Portanto, no caso de dois predictores fortes para coledocolitíase, o exame indicado pelo guideline da ASGE é a colangiopancreatografia retrógrada endoscópica.
Gabarito: c