Marcos de Castro
EQUIPE
02/10/2026 • 23:01
Vamos falar um pouco sobre os transtornos de personalidade e como eles são vistos nas classificações internacionais de doenças, especialmente no CID 11. O CID, ou Classificação Internacional de Doenças, é uma ferramenta essencial para a prática clínica e pesquisa. Na sua 11ª revisão, houve mudanças importantes na forma como se diagnostica os transtornos de personalidade.
Antes, em versões anteriores do CID e no DSM-IV, os transtornos de personalidade eram organizados em clusters e seguia-se um modelo amplamente categorial, ou seja, o paciente ou tinha o transtorno ou não, baseado em critérios rígidos. O DSM-IV, por exemplo, usava categorias rígidas divididas em três clusters (A, B e C).
No CID 11, no entanto, houve o abandono desse modelo categorial puro, e o foco passou a ser em um modelo dimensional. Isso significa que em vez de simplesmente dizer se uma pessoa tem ou não um transtorno, avalia-se a gravidade e a presença de traços específicos dentro de um espectro. Assim, o diagnóstico passa a ser mais flexível e alinhado com a complexidade clínica observada.
Com isso, a alternativa correta é a que fala no abandono do modelo categorial, propondo um modelo exclusivamente dimensional, que corresponde a letra d).
Antes, em versões anteriores do CID e no DSM-IV, os transtornos de personalidade eram organizados em clusters e seguia-se um modelo amplamente categorial, ou seja, o paciente ou tinha o transtorno ou não, baseado em critérios rígidos. O DSM-IV, por exemplo, usava categorias rígidas divididas em três clusters (A, B e C).
No CID 11, no entanto, houve o abandono desse modelo categorial puro, e o foco passou a ser em um modelo dimensional. Isso significa que em vez de simplesmente dizer se uma pessoa tem ou não um transtorno, avalia-se a gravidade e a presença de traços específicos dentro de um espectro. Assim, o diagnóstico passa a ser mais flexível e alinhado com a complexidade clínica observada.
Com isso, a alternativa correta é a que fala no abandono do modelo categorial, propondo um modelo exclusivamente dimensional, que corresponde a letra d).