Matheus Fernandes
EQUIPE
02/10/2026 • 22:01
Vamos falar um pouco sobre colelitíase na pediatria, que nada mais é do que a presença de cálculos biliares na vesícula. Apesar de ser mais comum em adultos, crianças e adolescentes também podem apresentar essa condição, principalmente aqueles com fatores de risco específicos.
A alternativa a) está correta porque em doenças hemolíticas crônicas como anemia falciforme, há uma maior destruição dos glóbulos vermelhos, e isso aumenta a formação de cálculos pigmentares, que são compostos por bilirrubina. Portanto, esta assertiva condiz com a realidade clínica.
A alternativa b) fala sobre obesidade infantil e sua relação inversa com a colelitíase, isso não é verdade. Na realidade, a obesidade é um fator de risco importante para o desenvolvimento de cálculos biliares, ou seja, o aumento da obesidade está associado a um aumento da incidência da doença.
A alternativa c) sugere que o tratamento é exclusivamente cirúrgico e prioriza a colecistectomia aberta em inflamação aguda. Na verdade, o tratamento inicial em crises agudas pode ser conservador, e a colecistectomia laparoscópica é considerada o padrão-ouro atualmente, menos invasiva e com recuperação mais rápida.
A alternativa d) diz que os cálculos podem ser assintomáticos em quase 90% dos casos, o que é verdadeiro, pois muitos pacientes são descobertos incidentalmente em exames de imagem feitos por outros motivos. No entanto, a realização de ultrassonografia de rotina só é indicada em casos selecionados, principalmente se houver sintomas ou outros fatores de risco, não simplesmente pelo histórico familiar positivo.
Portanto, a única afirmação correta e completa é a alternativa a).
A alternativa a) está correta porque em doenças hemolíticas crônicas como anemia falciforme, há uma maior destruição dos glóbulos vermelhos, e isso aumenta a formação de cálculos pigmentares, que são compostos por bilirrubina. Portanto, esta assertiva condiz com a realidade clínica.
A alternativa b) fala sobre obesidade infantil e sua relação inversa com a colelitíase, isso não é verdade. Na realidade, a obesidade é um fator de risco importante para o desenvolvimento de cálculos biliares, ou seja, o aumento da obesidade está associado a um aumento da incidência da doença.
A alternativa c) sugere que o tratamento é exclusivamente cirúrgico e prioriza a colecistectomia aberta em inflamação aguda. Na verdade, o tratamento inicial em crises agudas pode ser conservador, e a colecistectomia laparoscópica é considerada o padrão-ouro atualmente, menos invasiva e com recuperação mais rápida.
A alternativa d) diz que os cálculos podem ser assintomáticos em quase 90% dos casos, o que é verdadeiro, pois muitos pacientes são descobertos incidentalmente em exames de imagem feitos por outros motivos. No entanto, a realização de ultrassonografia de rotina só é indicada em casos selecionados, principalmente se houver sintomas ou outros fatores de risco, não simplesmente pelo histórico familiar positivo.
Portanto, a única afirmação correta e completa é a alternativa a).