Matheus Fernandes
EQUIPE
02/10/2026 • 19:01
Vamos conversar um pouco sobre a mutação no gene MDR1 (também conhecido como ABCB1) em cães, especialmente em raças como o Collie. Essa mutação afeta uma proteína importante que atua como uma bomba de efluxo na barreira hematoencefálica, responsável por impedir que certos medicamentos cheguem em concentrações tóxicas ao sistema nervoso central. Quando essa bomba não funciona direito, os fármacos que normalmente seriam expulsos do cérebro permanecem e podem causar neurotoxicidade.
Agora, quando falamos em medicações pré-anestésicas (MPA), é importante saber quais classes de drogas são substratos dessa bomba P-glicoproteína codificada pelo gene MDR1. Os fenotiazínicos, como a acepromazina, são justamente um dos grupos que precisam de cuidado, porque, em cães com a mutação, eles podem penetrar demais no cérebro, levando a efeitos neurotóxicos severos.
Já os opioides mu-agonistas, benzodiazepínicos e agonistas alfa-2 não são tão impactados da mesma forma pela mutação MDR1, ou pelo menos não a ponto de exigir uma redução drástica de doses ou contraindicação total. Por isso, para cães com mutação MDR1, geralmente se evita ou diminui bastante a dose de fenotiazínicos.
Portanto, a resposta correta é a alternativa b), fenotiazínicos, como a acepromazina.
Agora, quando falamos em medicações pré-anestésicas (MPA), é importante saber quais classes de drogas são substratos dessa bomba P-glicoproteína codificada pelo gene MDR1. Os fenotiazínicos, como a acepromazina, são justamente um dos grupos que precisam de cuidado, porque, em cães com a mutação, eles podem penetrar demais no cérebro, levando a efeitos neurotóxicos severos.
Já os opioides mu-agonistas, benzodiazepínicos e agonistas alfa-2 não são tão impactados da mesma forma pela mutação MDR1, ou pelo menos não a ponto de exigir uma redução drástica de doses ou contraindicação total. Por isso, para cães com mutação MDR1, geralmente se evita ou diminui bastante a dose de fenotiazínicos.
Portanto, a resposta correta é a alternativa b), fenotiazínicos, como a acepromazina.