Equipe Gabarite
EQUIPE
02/10/2026 • 19:01
Quando falamos sobre anestesia em um cenário emergencial, especialmente em pacientes politraumatizados e em estado de choque, o foco principal é garantir a estabilidade do paciente. Diferente de um procedimento eletivo, onde há tempo para planejamento e preparação, no ambiente emergencial é fundamental priorizar as funções básicas para a sobrevivência, como a circulação sanguínea e a oxigenação dos tecidos.
A abordagem anestésica deve ter como meta principal manter a perfusão periférica (ou seja, que o sangue continue chegando corretamente a todos os órgãos e tecidos) e garantir que esses tecidos estejam adequadamente oxigenados. Isso evita que o paciente sofra ainda mais por falta de oxigênio, principalmente porque traumas e choque podem comprometer o sistema cardiovascular e respiratório.
Imobilidade, relaxamento muscular e supressão da resposta ao estresse são importantes, mas não são o objetivo primordial em uma situação crítica. A prioridade é que o organismo consiga continuar funcionando da melhor forma possível dentro das precariedades do quadro do paciente.
Portanto, a alternativa correta é a letra c) manutenção da perfusão e oxigenação tecidual.
A abordagem anestésica deve ter como meta principal manter a perfusão periférica (ou seja, que o sangue continue chegando corretamente a todos os órgãos e tecidos) e garantir que esses tecidos estejam adequadamente oxigenados. Isso evita que o paciente sofra ainda mais por falta de oxigênio, principalmente porque traumas e choque podem comprometer o sistema cardiovascular e respiratório.
Imobilidade, relaxamento muscular e supressão da resposta ao estresse são importantes, mas não são o objetivo primordial em uma situação crítica. A prioridade é que o organismo consiga continuar funcionando da melhor forma possível dentro das precariedades do quadro do paciente.
Portanto, a alternativa correta é a letra c) manutenção da perfusão e oxigenação tecidual.