Equipe Gabarite
EQUIPE
02/10/2026 • 11:02
Vamos falar sobre crises convulsivas e o manejo inicial no pronto atendimento. Quando um paciente chega com um primeiro episódio de crise convulsiva, o foco inicial é estabilizar a situação e identificar possíveis causas para a convulsão. Isso inclui avaliação clínica e realização de exames laboratoriais para entender melhor o quadro, como hemograma, função renal, ionograma, função hepática, glicemia, além da creatinofosfoquinase, que pode indicar dano muscular, por exemplo.
A Fenitoína é de fato usada para controlar crises recorrentes ou quando o paciente não recupera o nível de consciência rapidamente após a crise, com dose em bolus de 15 a 20 mg/kg, o que está correto na alternativa a.
Em idosos, a doença cerebrovascular é a principal causa de crises convulsivas sintomáticas, como na alternativa b, que está correta.
A dosagem de creatinofosfoquinase (CPK) pode estar normal mesmo em uma crise tônico-clônica generalizada, portanto, um CPK normal não descarta a ocorrência da crise, o que torna a alternativa c verdadeira.
Já a alternativa d fala que o exame do líquor deve ser realizado logo após a estabilização clínica. Isso pode ser um problema, pois a análise do líquor só deve ser solicitada quando há suspeita clínica específica, como infecção do sistema nervoso central, e não de rotina após qualquer crise convulsiva. Fazer punção lombar de forma rotineira após crise pode ser inadequado e desnecessário, além de potencialmente perigoso em alguns casos.
Portanto, a alternativa incorreta é a d.
A Fenitoína é de fato usada para controlar crises recorrentes ou quando o paciente não recupera o nível de consciência rapidamente após a crise, com dose em bolus de 15 a 20 mg/kg, o que está correto na alternativa a.
Em idosos, a doença cerebrovascular é a principal causa de crises convulsivas sintomáticas, como na alternativa b, que está correta.
A dosagem de creatinofosfoquinase (CPK) pode estar normal mesmo em uma crise tônico-clônica generalizada, portanto, um CPK normal não descarta a ocorrência da crise, o que torna a alternativa c verdadeira.
Já a alternativa d fala que o exame do líquor deve ser realizado logo após a estabilização clínica. Isso pode ser um problema, pois a análise do líquor só deve ser solicitada quando há suspeita clínica específica, como infecção do sistema nervoso central, e não de rotina após qualquer crise convulsiva. Fazer punção lombar de forma rotineira após crise pode ser inadequado e desnecessário, além de potencialmente perigoso em alguns casos.
Portanto, a alternativa incorreta é a d.