Ingrid Nunes
EQUIPE
02/10/2026 • 11:02
Vamos falar sobre o manejo da dor em cuidados paliativos, que é um tema muito importante para melhorar a qualidade de vida dos pacientes em estágios avançados de doenças.
Primeiro, os anti-inflamatórios não esteroidais tópicos, como o diclofenaco gel, são realmente usados para dor localizada, especialmente em condições reumatológicas regionais. Eles têm a vantagem de causar menos efeitos colaterais sistêmicos do que os AINEs orais, afinal, a administração local diminui a absorção geral no organismo e os riscos de complicações gastrointestinais e renais.
Sobre a morfina, é um opioide forte muito utilizado no controle da dor moderada a intensa. Em pacientes com insuficiência renal, deve-se ter cautela e ajustar a dose, pois a morfina e seus metabólitos podem acumular, aumentando o risco de efeitos adversos. Já em casos de hepatopatias graves, o ajuste também é necessário, mas a disfunção renal é um cuidado mais crítico para evitar toxicidade.
A tolerância cruzada entre opioides não é completa. Quando se desenvolve tolerância a um opioide, há benefício em trocar para outro, o que é chamado de rotação de opioides. Essa estratégia pode melhorar o controle da dor e reduzir efeitos colaterais.
Por fim, náuseas são um efeito comum com o início do uso de morfina, mas o uso de antieméticos como profilaxia não é recomendado rotineiramente; é indicado apenas se a náusea aparecer ou for muito intensa.
Com base nisso, a alternativa correta é a alternativa a), que afirma corretamente os benefícios dos AINEs tópicos em comparação aos sistêmicos.
Primeiro, os anti-inflamatórios não esteroidais tópicos, como o diclofenaco gel, são realmente usados para dor localizada, especialmente em condições reumatológicas regionais. Eles têm a vantagem de causar menos efeitos colaterais sistêmicos do que os AINEs orais, afinal, a administração local diminui a absorção geral no organismo e os riscos de complicações gastrointestinais e renais.
Sobre a morfina, é um opioide forte muito utilizado no controle da dor moderada a intensa. Em pacientes com insuficiência renal, deve-se ter cautela e ajustar a dose, pois a morfina e seus metabólitos podem acumular, aumentando o risco de efeitos adversos. Já em casos de hepatopatias graves, o ajuste também é necessário, mas a disfunção renal é um cuidado mais crítico para evitar toxicidade.
A tolerância cruzada entre opioides não é completa. Quando se desenvolve tolerância a um opioide, há benefício em trocar para outro, o que é chamado de rotação de opioides. Essa estratégia pode melhorar o controle da dor e reduzir efeitos colaterais.
Por fim, náuseas são um efeito comum com o início do uso de morfina, mas o uso de antieméticos como profilaxia não é recomendado rotineiramente; é indicado apenas se a náusea aparecer ou for muito intensa.
Com base nisso, a alternativa correta é a alternativa a), que afirma corretamente os benefícios dos AINEs tópicos em comparação aos sistêmicos.