David Castilho
EQUIPE
02/10/2026 • 08:02
Vamos falar sobre transfusão de hemocomponentes, um tema essencial na prática clínica, especialmente em situações de emergência e manejo de coagulopatias. A transfusão envolve vários produtos, como concentrado de hemácias, plasma fresco congelado, plaquetas, entre outros, cada um com indicações e cuidados específicos.
Sobre a alternativa (a), plasma fresco congelado (PFC) não é o hemocomponente com maior risco de contaminação bacteriana. Na verdade, o concentrado de plaquetas tem maior risco devido à sua armazenagem em temperatura ambiente, que facilita o crescimento bacteriano. O PFC é armazenado congelado, o que minimiza a proliferação de bactérias.
Na alternativa (b), o PFC é realmente a primeira escolha para reverter a anticoagulação em pacientes usando varfarina com RNI supraterapêutico e sangramento maior, pois contém os fatores de coagulação necessários para corrigir o distúrbio.
A alternativa (c) está incorreta porque a transfusão de PFC em doença hepática grave com RNI elevado sem sangramento ativo não é recomendada rotineiramente. Intervenções transfusionais só são indicadas em casos de sangramento ativo ou procedimentos invasivos iminentes.
Já a alternativa (d) está correta na prática clínica: iniciamos a transfusão de concentrado de hemácias com uma unidade por vez para avaliar a resposta e minimizar riscos, exceto em situações de hemorragia aguda grave, onde múltiplas unidades podem ser necessárias rapidamente.
Portanto, a alternativa correta é a (d).
Sobre a alternativa (a), plasma fresco congelado (PFC) não é o hemocomponente com maior risco de contaminação bacteriana. Na verdade, o concentrado de plaquetas tem maior risco devido à sua armazenagem em temperatura ambiente, que facilita o crescimento bacteriano. O PFC é armazenado congelado, o que minimiza a proliferação de bactérias.
Na alternativa (b), o PFC é realmente a primeira escolha para reverter a anticoagulação em pacientes usando varfarina com RNI supraterapêutico e sangramento maior, pois contém os fatores de coagulação necessários para corrigir o distúrbio.
A alternativa (c) está incorreta porque a transfusão de PFC em doença hepática grave com RNI elevado sem sangramento ativo não é recomendada rotineiramente. Intervenções transfusionais só são indicadas em casos de sangramento ativo ou procedimentos invasivos iminentes.
Já a alternativa (d) está correta na prática clínica: iniciamos a transfusão de concentrado de hemácias com uma unidade por vez para avaliar a resposta e minimizar riscos, exceto em situações de hemorragia aguda grave, onde múltiplas unidades podem ser necessárias rapidamente.
Portanto, a alternativa correta é a (d).