Matheus Fernandes
EQUIPE
02/10/2026 • 08:02
Vamos falar um pouco sobre o pneumotórax não-traumático, que é quando o pulmão colapsa sem que tenha ocorrido um trauma claro. O tratamento depende muito do estado do paciente e da gravidade do pneumotórax.
Para pacientes assintomáticos, estáveis e sem hipoxemia, sim, é comum fazer um tratamento mais conservador, com oxigênio suplementar e acompanhamento com radiografias seriadas, geralmente de 6 a 12 horas para observar melhora ou piora. Isso está de acordo com a prática clínica atual, logo, a alternativa (a) está correta nesse aspecto.
Na alternativa (b), para pacientes instáveis, o protocolo é realizar a descompressão torácica imediatamente, sem perder tempo com tomografias que atrasariam o socorro, já que a instabilidade exige ação rápida. Portanto, essa alternativa está incorreta.
Já na alternativa (c), paciente em ventilação mecânica mesmo que sem instabilidade hemodinâmica não deve ser tratado de forma conservadora, pois ventilação mecânica pode aumentar o risco de piora do pneumotórax e por isso normalmente requer drenagem ou intervenção mais agressiva. Essa alternativa também é incorreta.
Por fim, na alternativa (d), não existe contraindicação absoluta para drenagem torácica em pacientes que passarão por transporte aéreo pressurizado; ao contrário, muitas vezes essa drenagem é necessária para evitar complicações, já que o aumento da pressão pode agravar o pneumotórax. Portanto, esta alternativa também está errada.
Com isso, a única alternativa correta é a letra (a).
Para pacientes assintomáticos, estáveis e sem hipoxemia, sim, é comum fazer um tratamento mais conservador, com oxigênio suplementar e acompanhamento com radiografias seriadas, geralmente de 6 a 12 horas para observar melhora ou piora. Isso está de acordo com a prática clínica atual, logo, a alternativa (a) está correta nesse aspecto.
Na alternativa (b), para pacientes instáveis, o protocolo é realizar a descompressão torácica imediatamente, sem perder tempo com tomografias que atrasariam o socorro, já que a instabilidade exige ação rápida. Portanto, essa alternativa está incorreta.
Já na alternativa (c), paciente em ventilação mecânica mesmo que sem instabilidade hemodinâmica não deve ser tratado de forma conservadora, pois ventilação mecânica pode aumentar o risco de piora do pneumotórax e por isso normalmente requer drenagem ou intervenção mais agressiva. Essa alternativa também é incorreta.
Por fim, na alternativa (d), não existe contraindicação absoluta para drenagem torácica em pacientes que passarão por transporte aéreo pressurizado; ao contrário, muitas vezes essa drenagem é necessária para evitar complicações, já que o aumento da pressão pode agravar o pneumotórax. Portanto, esta alternativa também está errada.
Com isso, a única alternativa correta é a letra (a).