David Castilho
EQUIPE
02/10/2026 • 08:02
Vamos falar sobre hemorragia subaracnóidea não traumática, que normalmente acontece por causa de um aneurisma intracraniano rompido. Isso gera sangramento no espaço subaracnóideo do cérebro, e o cuidado imediato é essencial para evitar complicações graves.
A primeira ação citada é a implementação do tratamento definitivo do aneurisma, seja pela clipagem cirúrgica ou embolização endovascular, preferencialmente nas primeiras 72 horas. Isso é correto, porque evitar um novo sangramento é prioridade para salvar a vida do paciente.
O segundo ponto fala sobre o uso de agentes osmóticos para tratar a hipertensão intracraniana, com preferência pela solução salina hipertônica. Isso também é adequado; controlar a pressão dentro do crânio evita danos adicionais ao cérebro.
A terceira ação aborda o uso do Doppler transcraniano para identificar precocemente o vasoespasmo cerebral, que é uma complicação comum após a hemorragia e pode levar a acidentes vasculares isquêmicos. O monitoramento frequente é recomendado justamente para detectar essa condição precocemente e permitir intervenção oportunamente.
Já a quarta afirmação refere-se à profilaxia com fenitoína para evitar crises convulsivas. Hoje, o uso rotineiro de fenitoína profilática não é mais recomendado, porque estudos mostram que sua administração de forma indiscriminada pode levar a efeitos colaterais sem benefício claro no prognóstico.
Dessa forma, devem ser adotados os procedimentos 1, 2 e 3, mas não o 4, o que corresponde à alternativa d).
A primeira ação citada é a implementação do tratamento definitivo do aneurisma, seja pela clipagem cirúrgica ou embolização endovascular, preferencialmente nas primeiras 72 horas. Isso é correto, porque evitar um novo sangramento é prioridade para salvar a vida do paciente.
O segundo ponto fala sobre o uso de agentes osmóticos para tratar a hipertensão intracraniana, com preferência pela solução salina hipertônica. Isso também é adequado; controlar a pressão dentro do crânio evita danos adicionais ao cérebro.
A terceira ação aborda o uso do Doppler transcraniano para identificar precocemente o vasoespasmo cerebral, que é uma complicação comum após a hemorragia e pode levar a acidentes vasculares isquêmicos. O monitoramento frequente é recomendado justamente para detectar essa condição precocemente e permitir intervenção oportunamente.
Já a quarta afirmação refere-se à profilaxia com fenitoína para evitar crises convulsivas. Hoje, o uso rotineiro de fenitoína profilática não é mais recomendado, porque estudos mostram que sua administração de forma indiscriminada pode levar a efeitos colaterais sem benefício claro no prognóstico.
Dessa forma, devem ser adotados os procedimentos 1, 2 e 3, mas não o 4, o que corresponde à alternativa d).