Equipe Gabarite
EQUIPE
02/10/2026 • 06:01
Neste caso, estamos diante de uma paciente idosa com duas condições crônicas principais: miocardiopatia dilatada (problema cardíaco) e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). A paciente apresenta piora da dispneia, que pode estar relacionada tanto à insuficiência cardíaca quanto ao agravamento da doença pulmonar. Assim, o desafio é identificar a origem da dispneia para planejar corretamente o tratamento e o manejo perioperatório.
A cintilografia pós dipiridamol é um exame utilizado para avaliação de perfusão cardíaca, geralmente em situações de isquemia do miocárdio, e não é o método ideal para diferenciar causa cardíaca ou pulmonar da dispneia nesse contexto.
A espirometria é o exame para avaliação da função pulmonar, contudo, na fase aguda de piora da dispneia, especialmente que precisa ser distinguida da insuficiência cardíaca, esse exame não informa diretamente sobre disfunção cardíaca, apenas aponta para o componente pulmonar.
O peptídeo natriurético tipo B (BNP) é uma substância liberada pelo coração em situações de estresse e aumento da pressão dentro das câmaras cardíacas, elevando-se em quadros de insuficiência cardíaca. A dosagem do BNP é muito útil para diferenciar se a dispneia tem origem cardíaca ou não, pois níveis elevados indicam insuficiência cardíaca, enquanto níveis normais sugerem que a origem da dispneia é provavelmente pulmonar.
O ecocardiograma com dobutamina é utilizado principalmente para avaliação da função ventricular e presença de isquemia em pacientes com disfunção sistólica, mas não é o exame mais indicado para uma diferenciação rápida e prática da causa da dispneia aguda nesta paciente.
Portanto, o exame pré-operatório ideal para identificar se a dispneia vem da insuficiência cardíaca da paciente é a dosagem do peptídeo natriurético tipo B (BNP).
Gabarito: c
A cintilografia pós dipiridamol é um exame utilizado para avaliação de perfusão cardíaca, geralmente em situações de isquemia do miocárdio, e não é o método ideal para diferenciar causa cardíaca ou pulmonar da dispneia nesse contexto.
A espirometria é o exame para avaliação da função pulmonar, contudo, na fase aguda de piora da dispneia, especialmente que precisa ser distinguida da insuficiência cardíaca, esse exame não informa diretamente sobre disfunção cardíaca, apenas aponta para o componente pulmonar.
O peptídeo natriurético tipo B (BNP) é uma substância liberada pelo coração em situações de estresse e aumento da pressão dentro das câmaras cardíacas, elevando-se em quadros de insuficiência cardíaca. A dosagem do BNP é muito útil para diferenciar se a dispneia tem origem cardíaca ou não, pois níveis elevados indicam insuficiência cardíaca, enquanto níveis normais sugerem que a origem da dispneia é provavelmente pulmonar.
O ecocardiograma com dobutamina é utilizado principalmente para avaliação da função ventricular e presença de isquemia em pacientes com disfunção sistólica, mas não é o exame mais indicado para uma diferenciação rápida e prática da causa da dispneia aguda nesta paciente.
Portanto, o exame pré-operatório ideal para identificar se a dispneia vem da insuficiência cardíaca da paciente é a dosagem do peptídeo natriurético tipo B (BNP).
Gabarito: c