Marcos de Castro
EQUIPE
02/10/2026 • 01:01
Vamos falar sobre medicamentos potencialmente inapropriados para idosos, que são aqueles cujos riscos superam os benefícios, principalmente quando existem outras opções terapêuticas mais seguras. A análise desses medicamentos é essencial, pois idosos costumam ser mais vulneráveis a efeitos adversos devido a mudanças fisiológicas relacionadas à idade.
Começando pela opção a, o cilostazol é conhecido por causar hipotensão postural, que sim, pode ser um problema sério para idosos, aumentando o risco de quedas.
Na opção b, a dronaderona é utilizada em arritmias, mas pode causar retenção hídrica, o que pode descompensar uma insuficiência cardíaca já existente, um efeito que também é bem documentado.
A opção c fala da quetiapina, um antipsicótico atípico. Existe evidência de que o uso de antipsicóticos em idosos com demência pode aumentar o risco de acidente vascular cerebral, portanto essa fundamentação está correta.
Já a opção d cita o naproxeno, um anti-inflamatório não esteroidal (AINE). O risco de dano renal com AINEs é real, principalmente em idosos, devido à redução da perfusão renal. Logo, essa fundamentação também é correta.
Portanto, ao analisar as alternativas, todas apresentam fundamentação farmacoterápica correta, exceto a letra a, pois embora o cilostazol possa causar hipotensão, essa não é sua principal preocupação ou motivo clássico para ser considerado potencialmente inapropriado em idosos. O uso do cilostazol não é contraindicado principalmente por hipotensão postural, ao contrário das outras opções que têm risco mais direto e conhecido para a população idosa.
Assim, a alternativa incorreta em sua fundamentação é a letra a.
Começando pela opção a, o cilostazol é conhecido por causar hipotensão postural, que sim, pode ser um problema sério para idosos, aumentando o risco de quedas.
Na opção b, a dronaderona é utilizada em arritmias, mas pode causar retenção hídrica, o que pode descompensar uma insuficiência cardíaca já existente, um efeito que também é bem documentado.
A opção c fala da quetiapina, um antipsicótico atípico. Existe evidência de que o uso de antipsicóticos em idosos com demência pode aumentar o risco de acidente vascular cerebral, portanto essa fundamentação está correta.
Já a opção d cita o naproxeno, um anti-inflamatório não esteroidal (AINE). O risco de dano renal com AINEs é real, principalmente em idosos, devido à redução da perfusão renal. Logo, essa fundamentação também é correta.
Portanto, ao analisar as alternativas, todas apresentam fundamentação farmacoterápica correta, exceto a letra a, pois embora o cilostazol possa causar hipotensão, essa não é sua principal preocupação ou motivo clássico para ser considerado potencialmente inapropriado em idosos. O uso do cilostazol não é contraindicado principalmente por hipotensão postural, ao contrário das outras opções que têm risco mais direto e conhecido para a população idosa.
Assim, a alternativa incorreta em sua fundamentação é a letra a.