Matheus Fernandes
EQUIPE
01/10/2026 • 23:01
Vamos analisar esse caso que já traz um paciente pós-clipagem de aneurisma cerebral com hiponatremia e rebaixamento do nível de consciência. O tema central aqui envolve complicações neurológicas pós-hemorragia subaracnoide, como hiponatremia ligada à SIADH ou à síndrome de perda de sal cerebral (SPSC), e também vasoespasmo cerebral e isquemia cerebral tardia.
A primeira assertiva fala que a hiponatremia após hemorragia subaracnoide pode ser causada tanto por SIADH quanto por SPSC e que a avaliação do volume volemico ajuda a diferenciá-las. Isso é correto, pois SIADH cursa com euvolemia ou hipervolemia, e SPSC com hipovolemia, que requer tratamentos distintos.
A segunda afirma que na suspeita de síndrome de perda de sal cerebral, a restrição hídrica é medida inicial. Isso é falso, pois essa síndrome causa perda de sódio e hypovolemia, logo o tratamento inicial são hidratação e reposição de sódio, não restrição hídrica.
A terceira fala que mesmo após clipagem, hipovolemia aumenta risco de isquemia cerebral tardia e deve ser evitada. Isso é verdadeiro. A manutenção do volume é fundamental para reduzir isquemia por vasoespasmo.
A quarta diz que vasoespasmo cerebral e isquemia tardia são sinônimos e decorrem exclusivamente da constrição de grandes artérias cerebrais. Isso é falso. Vasoespasmo é o estreitamento das artérias grandes, mas isquemia pode envolver pequenos vasos e mecanismos diversos.
A quinta diz que Doppler transcraniano é útil para rastreamento do vasoespasmo mas não substitui avaliação clínica da isquemia tardia. Isso é verdadeiro. O Doppler fornece dados objetivos, mas avaliação clínica é fundamental.
Portanto, a sequência correta é: (V) - (F) - (V) - (F) - (V), que corresponde à alternativa a).
A primeira assertiva fala que a hiponatremia após hemorragia subaracnoide pode ser causada tanto por SIADH quanto por SPSC e que a avaliação do volume volemico ajuda a diferenciá-las. Isso é correto, pois SIADH cursa com euvolemia ou hipervolemia, e SPSC com hipovolemia, que requer tratamentos distintos.
A segunda afirma que na suspeita de síndrome de perda de sal cerebral, a restrição hídrica é medida inicial. Isso é falso, pois essa síndrome causa perda de sódio e hypovolemia, logo o tratamento inicial são hidratação e reposição de sódio, não restrição hídrica.
A terceira fala que mesmo após clipagem, hipovolemia aumenta risco de isquemia cerebral tardia e deve ser evitada. Isso é verdadeiro. A manutenção do volume é fundamental para reduzir isquemia por vasoespasmo.
A quarta diz que vasoespasmo cerebral e isquemia tardia são sinônimos e decorrem exclusivamente da constrição de grandes artérias cerebrais. Isso é falso. Vasoespasmo é o estreitamento das artérias grandes, mas isquemia pode envolver pequenos vasos e mecanismos diversos.
A quinta diz que Doppler transcraniano é útil para rastreamento do vasoespasmo mas não substitui avaliação clínica da isquemia tardia. Isso é verdadeiro. O Doppler fornece dados objetivos, mas avaliação clínica é fundamental.
Portanto, a sequência correta é: (V) - (F) - (V) - (F) - (V), que corresponde à alternativa a).