David Castilho
EQUIPE
01/10/2026 • 22:01
Vamos falar sobre as alterações hepáticas na gravidez, que são um grupo de condições importantes porque podem afetar tanto a mãe quanto o bebê. Essas doenças precisam ser identificadas e diferenciadas das alterações fisiológicas normais para garantir um tratamento adequado.
Primeiro, a alternativa a) menciona a colestase intra-hepática da gravidez (CIG). Essa doença é caracterizada por prurido intenso e alteração das enzimas hepáticas, geralmente no segundo ou terceiro trimestre, mas é reversível e costuma desaparecer após o parto. Portanto, afirmar que é irreversível e se desenvolve apenas no terceiro trimestre está incorreto.
A alternativa b) fala da classificação de Tennessee para a síndrome HELLP, que envolve hemólise, elevação das enzimas hepáticas e plaquetopenia. Essa classificação está correta quanto aos critérios laboratoriais: plaquetas ≤ 100.000/mm³, AST ≥ 70 U/L, e LDH ≥ 600 U/L para a síndrome completa; a presença de um ou dois desses critérios caracteriza a síndrome incompleta. Portanto, esta alternativa está certa.
Na alternativa c), sobre a Esteatose hepática aguda da gravidez (EHAG), ela é uma condição rara, grave e aparece geralmente no terceiro trimestre, não no segundo. Falhar em destacar a gravidade e o período correto torna a alternativa incorreta.
Por fim, a alternativa d) diz que a síndrome HELLP não causa disfunção multiorgânica, o que é falso. A HELLP pode sim levar à insuficiência renal, além de coagulação intravascular disseminada, hemorragia hepática e sofrimento fetal.
Assim, a opção correta é a b).
Primeiro, a alternativa a) menciona a colestase intra-hepática da gravidez (CIG). Essa doença é caracterizada por prurido intenso e alteração das enzimas hepáticas, geralmente no segundo ou terceiro trimestre, mas é reversível e costuma desaparecer após o parto. Portanto, afirmar que é irreversível e se desenvolve apenas no terceiro trimestre está incorreto.
A alternativa b) fala da classificação de Tennessee para a síndrome HELLP, que envolve hemólise, elevação das enzimas hepáticas e plaquetopenia. Essa classificação está correta quanto aos critérios laboratoriais: plaquetas ≤ 100.000/mm³, AST ≥ 70 U/L, e LDH ≥ 600 U/L para a síndrome completa; a presença de um ou dois desses critérios caracteriza a síndrome incompleta. Portanto, esta alternativa está certa.
Na alternativa c), sobre a Esteatose hepática aguda da gravidez (EHAG), ela é uma condição rara, grave e aparece geralmente no terceiro trimestre, não no segundo. Falhar em destacar a gravidade e o período correto torna a alternativa incorreta.
Por fim, a alternativa d) diz que a síndrome HELLP não causa disfunção multiorgânica, o que é falso. A HELLP pode sim levar à insuficiência renal, além de coagulação intravascular disseminada, hemorragia hepática e sofrimento fetal.
Assim, a opção correta é a b).