Matheus Fernandes
EQUIPE
01/10/2026 • 22:01
Vamos falar um pouco sobre o câncer de esôfago, que é realmente um tema muito importante na oncologia. Primeiramente, cabe destacar que os tumores malignos do esôfago mais comuns são o carcinoma espinocelular e o adenocarcinoma. Já os outros mencionados, como leiomiossarcoma, melanoma, hemangioma, rabdomioma e adenoma, não são tumores malignos típicos do esôfago, ou são benignos, ou muito raros.
Sobre a classificação de Laurén, que é usada para adenocarcinomas do estômago, o padrão intestinal inclui subtipos como tubulopapilar, microtubular e mucinoso com células em anel de sinete, mas a descrição na alternativa b está incorreta pois mistura termos e não corresponde à classificação correta.
A alternativa c está errada porque o padrão gástrico descrito não coincide com a classificação de Laurén para adenocarcinomas e mistura conceitos de diferenciação que não são diretamente aplicados assim neste contexto.
Já a alternativa d está correta, pois os métodos de estadiamento de tumores sólidos, incluindo o câncer de esôfago, utilizam o sistema TNM para avaliar a profundidade da invasão tumoral (T), a presença ou ausência de linfonodos envolvidos (N) e a existência de metástases à distância (M). Isso é fundamental para planejar o tratamento e prever o prognóstico.
Portanto, a alternativa correta é a letra d.
Sobre a classificação de Laurén, que é usada para adenocarcinomas do estômago, o padrão intestinal inclui subtipos como tubulopapilar, microtubular e mucinoso com células em anel de sinete, mas a descrição na alternativa b está incorreta pois mistura termos e não corresponde à classificação correta.
A alternativa c está errada porque o padrão gástrico descrito não coincide com a classificação de Laurén para adenocarcinomas e mistura conceitos de diferenciação que não são diretamente aplicados assim neste contexto.
Já a alternativa d está correta, pois os métodos de estadiamento de tumores sólidos, incluindo o câncer de esôfago, utilizam o sistema TNM para avaliar a profundidade da invasão tumoral (T), a presença ou ausência de linfonodos envolvidos (N) e a existência de metástases à distância (M). Isso é fundamental para planejar o tratamento e prever o prognóstico.
Portanto, a alternativa correta é a letra d.