Matheus Fernandes
EQUIPE
01/10/2026 • 22:01
Vamos conversar um pouco sobre o tratamento preventivo da enxaqueca, que é quando usamos medicamentos para diminuir a frequência e a intensidade das crises, e não tratar a dor quando ela aparece. A escolha do medicamento depende bastante do perfil do paciente, incluindo outras condições de saúde que ele tenha. No caso desta paciente, temos alguns pontos importantes: ela tem ansiedade severa, o que indica uma comorbidade psiquiátrica; o IMC elevado, que fala sobre o peso corporal mais alto; e a história de litíase renal, que é pedra nos rins.
O topiramato, por exemplo, é um medicamento eficaz para enxaqueca, mas ele pode aumentar o risco de cálculos renais, o que é um problema para quem já teve litíase. Portanto, essa opção não é a mais adequada para o nosso caso. Já a amitriptilina e a duloxetina são antidepressivos que também ajudam com a enxaqueca e podem beneficiar a ansiedade, mas a amitriptilina pode causar ganho de peso, que não ajuda o IMC elevado. A duloxetina pode ser uma boa escolha porque trata ansiedade, ajuda na prevenção da enxaqueca e não tem associação relevante com litíase renal.
O propranolol é um beta-bloqueador que pode ser usado na prevenção da enxaqueca, mas geralmente não é indicado em pacientes com transtornos psiquiátricos pelo risco de piorar sintomas como fadiga e depressão.
Portanto, analisando tanto os fatores clínicos quanto farmacológicos, a duloxetina mostra-se a opção mais adequada para essa paciente, já que trata a ansiedade, previne a enxaqueca, não agrava o IMC elevado e não apresenta risco aumentado para litíase renal.
O topiramato, por exemplo, é um medicamento eficaz para enxaqueca, mas ele pode aumentar o risco de cálculos renais, o que é um problema para quem já teve litíase. Portanto, essa opção não é a mais adequada para o nosso caso. Já a amitriptilina e a duloxetina são antidepressivos que também ajudam com a enxaqueca e podem beneficiar a ansiedade, mas a amitriptilina pode causar ganho de peso, que não ajuda o IMC elevado. A duloxetina pode ser uma boa escolha porque trata ansiedade, ajuda na prevenção da enxaqueca e não tem associação relevante com litíase renal.
O propranolol é um beta-bloqueador que pode ser usado na prevenção da enxaqueca, mas geralmente não é indicado em pacientes com transtornos psiquiátricos pelo risco de piorar sintomas como fadiga e depressão.
Portanto, analisando tanto os fatores clínicos quanto farmacológicos, a duloxetina mostra-se a opção mais adequada para essa paciente, já que trata a ansiedade, previne a enxaqueca, não agrava o IMC elevado e não apresenta risco aumentado para litíase renal.