Marcos de Castro
EQUIPE
01/10/2026 • 21:02
Vamos falar sobre os inibidores de acetilcolinesterase, que são medicamentos amplamente utilizados no tratamento de alguns tipos de demências, principalmente a de Alzheimer. Esses fármacos atuam aumentando os níveis de acetilcolina, um neurotransmissor importante para a memória e outras funções cognitivas.
Na demência de Alzheimer, especialmente nos estágios leves a moderados, os inibidores de acetilcolinesterase são indicados justamente para melhorar a cognição e a qualidade de vida. Portanto, a alternativa que diz que são contraindicados na demência de Alzheimer leve está incorreta.
Já na demência de Lewy, esses inibidores são recomendados e podem ajudar a reduzir sintomas cognitivos e até melhorar as alucinações visuais, que são comuns nessa condição. Portanto, não agravam os sintomas, pelo contrário, são úteis.
Quanto às demências vasculares, o benefício dos inibidores de acetilcolinesterase é mais controverso e geralmente não característico para melhorar alucinações visuais, que não são a principal manifestação nesse tipo de demência.
Por fim, na demência frontotemporal, variante comportamental, o uso desses inibidores não é eficaz e pode até ser prejudicial, pois essa demência não envolve grande déficit colinérgico, e os sintomas comportamentais não melhoram com esses medicamentos.
Assim, a alternativa correta é a letra d), afirmando que não devem ser usados em demência frontotemporal, variante comportamental.
Na demência de Alzheimer, especialmente nos estágios leves a moderados, os inibidores de acetilcolinesterase são indicados justamente para melhorar a cognição e a qualidade de vida. Portanto, a alternativa que diz que são contraindicados na demência de Alzheimer leve está incorreta.
Já na demência de Lewy, esses inibidores são recomendados e podem ajudar a reduzir sintomas cognitivos e até melhorar as alucinações visuais, que são comuns nessa condição. Portanto, não agravam os sintomas, pelo contrário, são úteis.
Quanto às demências vasculares, o benefício dos inibidores de acetilcolinesterase é mais controverso e geralmente não característico para melhorar alucinações visuais, que não são a principal manifestação nesse tipo de demência.
Por fim, na demência frontotemporal, variante comportamental, o uso desses inibidores não é eficaz e pode até ser prejudicial, pois essa demência não envolve grande déficit colinérgico, e os sintomas comportamentais não melhoram com esses medicamentos.
Assim, a alternativa correta é a letra d), afirmando que não devem ser usados em demência frontotemporal, variante comportamental.