Equipe Gabarite
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01/10/2026 • 19:02
Vamos falar sobre a embolia pulmonar, que é uma condição séria e faz parte do espectro do tromboembolismo venoso, junto com a trombose venosa profunda. É importante lembrar que a embolia pulmonar ocorre quando um coágulo sanguíneo, geralmente originado nas veias profundas das pernas, se desprende e bloqueia uma artéria pulmonar. Esse bloqueio pode ser fatal dependendo da extensão da obstrução e do estado do paciente.
Primeiramente, a alternativa a) afirma que tabagismo e câncer não são fatores de risco importantes para TEP, mas isso está incorreto: tanto o tabagismo quanto o câncer são reconhecidos fatores de risco significativos para a formação de trombos, inclusive para TEP.
Na alternativa b), menciona que autópsias de pacientes com covid-19 mostraram TEP em um quarto dos casos falecidos, o que condiz com estudos recentes que apontam alta ocorrência de tromboembolismo em casos graves da doença, devido a um estado inflamatório intenso e alteração da coagulação.
Já a alternativa c) diz que a taxa de mortalidade por TEP vem caindo em todos os países ocidentais. Embora haja avanços no diagnóstico e tratamento, a mortalidade ainda é elevada em muitos lugares, e a diminuição não é uniforme para todos os países. Portanto, essa afirmativa é muito generalizada e não precisa ser considerada correta.
A alternativa d) fala que a letalidade da TEP é baixa mesmo afetando metade da vascularização pulmonar por causa da regeneração do órgão. Isso é falso, pois a embólica pulmonar grave pode ser rapidamente fatal, e o pulmão não regenera de forma que contrabalance os efeitos agudos da obstrução vascular.
Por fim, a alternativa e) afirma que a TEP pode ser grave, mas raramente deixa sequelas que interferem na qualidade de vida. Isso não procede, pois muitos pacientes podem desenvolver complicações crônicas, como hipertensão pulmonar tromboembólica crônica, que afetam a qualidade de vida.
Portanto, a única alternativa correta é a b).
Primeiramente, a alternativa a) afirma que tabagismo e câncer não são fatores de risco importantes para TEP, mas isso está incorreto: tanto o tabagismo quanto o câncer são reconhecidos fatores de risco significativos para a formação de trombos, inclusive para TEP.
Na alternativa b), menciona que autópsias de pacientes com covid-19 mostraram TEP em um quarto dos casos falecidos, o que condiz com estudos recentes que apontam alta ocorrência de tromboembolismo em casos graves da doença, devido a um estado inflamatório intenso e alteração da coagulação.
Já a alternativa c) diz que a taxa de mortalidade por TEP vem caindo em todos os países ocidentais. Embora haja avanços no diagnóstico e tratamento, a mortalidade ainda é elevada em muitos lugares, e a diminuição não é uniforme para todos os países. Portanto, essa afirmativa é muito generalizada e não precisa ser considerada correta.
A alternativa d) fala que a letalidade da TEP é baixa mesmo afetando metade da vascularização pulmonar por causa da regeneração do órgão. Isso é falso, pois a embólica pulmonar grave pode ser rapidamente fatal, e o pulmão não regenera de forma que contrabalance os efeitos agudos da obstrução vascular.
Por fim, a alternativa e) afirma que a TEP pode ser grave, mas raramente deixa sequelas que interferem na qualidade de vida. Isso não procede, pois muitos pacientes podem desenvolver complicações crônicas, como hipertensão pulmonar tromboembólica crônica, que afetam a qualidade de vida.
Portanto, a única alternativa correta é a b).