Ingrid Nunes
EQUIPE
01/10/2026 • 15:01
Quando falamos sobre o transplante renal, o ponto central é entender quando é indicado o encaminhamento do paciente para avaliação e possível inclusão na lista de transplante. Normalmente, pacientes com doença renal crônica avançada, ou seja, com taxa de filtração glomerular (TFG) muito reduzida, são encaminhados para essa avaliação.
A TFG inferior a 15 mL/min/1,73 m² já indica que o paciente está em estágio final de insuficiência renal (insuficiência renal crônica terminal). Nesse estágio, mesmo antes de iniciar diálise, o paciente pode e deve ser avaliado para transplante, pois isso pode melhorar a qualidade de vida e reduzir o tempo na diálise. Portanto, não é necessário esperar o início da diálise para encaminhar o paciente, ao contrário do que diz a alternativa 'b'.
Além disso, o encaminhamento para transplante não depende de o paciente ter diabetes mellitus, que é uma causa comum de doença renal, mas não uma condição obrigatória para pedir transplante (eliminando a alternativa 'a'). O paciente pode ser colocado tanto em lista de doador falecido quanto buscar doador vivo, dependendo da disponibilidade e das condições (logo, 'c' está incorreta).
Quanto à idade, apesar dela influenciar na abordagem multidisciplinar, não é uma condição que determine o encaminhamento imediato para transplante (alternativa 'e' incorreta).
Dessa forma, o encaminhamento deve ser realizado já com TFG abaixo de 15 mL/min/1,73 m², ou mesmo na faixa dos 14 mL/min que a paciente apresenta, para que a avaliação e possível transplante sejam realizados a tempo, antes mesmo de ela precisar iniciar a diálise (contraria a 'd').
Portanto, com base na questão, a alternativa correta é a 'e', que considera a idade abaixo de 18 anos e a TFG reduzida como critérios para encaminhamento.
A TFG inferior a 15 mL/min/1,73 m² já indica que o paciente está em estágio final de insuficiência renal (insuficiência renal crônica terminal). Nesse estágio, mesmo antes de iniciar diálise, o paciente pode e deve ser avaliado para transplante, pois isso pode melhorar a qualidade de vida e reduzir o tempo na diálise. Portanto, não é necessário esperar o início da diálise para encaminhar o paciente, ao contrário do que diz a alternativa 'b'.
Além disso, o encaminhamento para transplante não depende de o paciente ter diabetes mellitus, que é uma causa comum de doença renal, mas não uma condição obrigatória para pedir transplante (eliminando a alternativa 'a'). O paciente pode ser colocado tanto em lista de doador falecido quanto buscar doador vivo, dependendo da disponibilidade e das condições (logo, 'c' está incorreta).
Quanto à idade, apesar dela influenciar na abordagem multidisciplinar, não é uma condição que determine o encaminhamento imediato para transplante (alternativa 'e' incorreta).
Dessa forma, o encaminhamento deve ser realizado já com TFG abaixo de 15 mL/min/1,73 m², ou mesmo na faixa dos 14 mL/min que a paciente apresenta, para que a avaliação e possível transplante sejam realizados a tempo, antes mesmo de ela precisar iniciar a diálise (contraria a 'd').
Portanto, com base na questão, a alternativa correta é a 'e', que considera a idade abaixo de 18 anos e a TFG reduzida como critérios para encaminhamento.