David Castilho
EQUIPE
01/10/2026 • 12:02
Vamos falar um pouco sobre os diferentes tipos de choque, que é fundamental para o atendimento correto em emergências como essa descrita na questão. O choque neurogênico, que ocorre após uma lesão na medula espinhal, provoca uma perda do controle autônomo simpático, causando vasodilatação intensa e diminuição do tônus vascular. Isso resulta em hipotensão e, o mais característico, bradicardia devido à predominância do sistema parassimpático, o que distingue esse tipo de choque dos outros, como o hipovolêmico e o séptico, onde a taquicardia é comum para tentar compensar a queda de pressão.
No choque neurogênico, a bradicardia é um sinal-chave para o diagnóstico diferencial, já que os outros tipos de choque apresentam frequentemente aumento da frequência cardíaca como mecanismo compensatório. A pele no choque neurogênico pode estar quente e seca por causa da vasodilatação, diferente da pele fria e úmida do choque hipovolêmico, por exemplo. Portanto, entre as alternativas apresentadas, a presença de bradicardia (opção c) é o achado clínico que melhor caracteriza o choque neurogênico e o diferencia dos demais tipos.
No choque neurogênico, a bradicardia é um sinal-chave para o diagnóstico diferencial, já que os outros tipos de choque apresentam frequentemente aumento da frequência cardíaca como mecanismo compensatório. A pele no choque neurogênico pode estar quente e seca por causa da vasodilatação, diferente da pele fria e úmida do choque hipovolêmico, por exemplo. Portanto, entre as alternativas apresentadas, a presença de bradicardia (opção c) é o achado clínico que melhor caracteriza o choque neurogênico e o diferencia dos demais tipos.