Marcos de Castro
EQUIPE
26/09/2026 • 13:01
Vamos analisar essa questão que trata do atendimento inicial em pacientes vítimas de queimaduras, especialmente com foco nas complicações que podem surgir devido à inalação de fumaça e queimadura extensa.
Primeiro, o educador físico, que ficou dentro da casa em chamas, apresenta estridor laríngeo. Esse sintoma indica uma possível lesão por inalação, que pode causar edema (inchaço) da via aérea superior e risco de obstrução. Por isso, é fundamental pensar na oxigenioterapia como parte do atendimento imediato, mas é ainda mais importante estar preparado para garantir uma via aérea definitiva rapidamente, já que o quadro pode piorar rapidamente.
Quanto a oxigenioterapia, ela é indicada sim, e serve para melhorar a oxigenação. No entanto, a indicação de 'apenas cerca de dez minutos' seguida de avaliação pode ser insuficiente diante da gravidade do estridor laríngeo. Normalmente, pacientes com sinais de lesão de via aérea por inalação são monitorados e rapidamente recebem intubação para garantir passagem aérea segura, antes que o edema progreda.
Sobre a reposição volêmica em grandes queimados, como o senhor de 65 anos com 70% da superfície queimada, há necessidade de reposição maciça de fluidos para evitar choque e insuficiência renal, já que a perda de líquidos é grande. Isso ocorre normalmente através de acesso venoso calibroso, preferencialmente em veia periférica, para permitir o rápido volume de reposição.
Por fim, a mortalidade em idosos com grandes queimaduras é alta, mesmo em centros especializados. Isso ocorre por conta da menor reserva fisiológica e comorbidades.
Analisando as alternativas:
- A alternativa (a) sugere oxigenioterapia por cerca de dez minutos e depois avaliação para via aérea definitiva. Essa abordagem minimiza o risco e possível progressão rápida do edema, o que não é ideal, pois, geralmente, em estridor laríngeo por inalação, a intervenção rápida para via aérea definitiva é prioritária.
- Alternativas (b), (c) e (d) estão corretas em relação aos protocolos de reposição volêmica e prognóstico.
Logo, a alternativa incorreta é a (a).
Primeiro, o educador físico, que ficou dentro da casa em chamas, apresenta estridor laríngeo. Esse sintoma indica uma possível lesão por inalação, que pode causar edema (inchaço) da via aérea superior e risco de obstrução. Por isso, é fundamental pensar na oxigenioterapia como parte do atendimento imediato, mas é ainda mais importante estar preparado para garantir uma via aérea definitiva rapidamente, já que o quadro pode piorar rapidamente.
Quanto a oxigenioterapia, ela é indicada sim, e serve para melhorar a oxigenação. No entanto, a indicação de 'apenas cerca de dez minutos' seguida de avaliação pode ser insuficiente diante da gravidade do estridor laríngeo. Normalmente, pacientes com sinais de lesão de via aérea por inalação são monitorados e rapidamente recebem intubação para garantir passagem aérea segura, antes que o edema progreda.
Sobre a reposição volêmica em grandes queimados, como o senhor de 65 anos com 70% da superfície queimada, há necessidade de reposição maciça de fluidos para evitar choque e insuficiência renal, já que a perda de líquidos é grande. Isso ocorre normalmente através de acesso venoso calibroso, preferencialmente em veia periférica, para permitir o rápido volume de reposição.
Por fim, a mortalidade em idosos com grandes queimaduras é alta, mesmo em centros especializados. Isso ocorre por conta da menor reserva fisiológica e comorbidades.
Analisando as alternativas:
- A alternativa (a) sugere oxigenioterapia por cerca de dez minutos e depois avaliação para via aérea definitiva. Essa abordagem minimiza o risco e possível progressão rápida do edema, o que não é ideal, pois, geralmente, em estridor laríngeo por inalação, a intervenção rápida para via aérea definitiva é prioritária.
- Alternativas (b), (c) e (d) estão corretas em relação aos protocolos de reposição volêmica e prognóstico.
Logo, a alternativa incorreta é a (a).