Camila Duarte
EQUIPE
26/09/2026 • 13:01
Vamos falar sobre atendimento inicial a pacientes com trauma cranioencefálico, que é o que esse caso descreve. O Escore de Glasgow mede o nível de consciência da pessoa e varia de 3 a 15, sendo que 7 indica um paciente com comprometimento neurológico grave, geralmente classificado como traumatismo grave. Nesses pacientes, a prioridade é garantir a via aérea para que haja oxigenação adequada, pois um Glasgow igual ou menor que 8 é indicativo claro de inserção de via aérea definitiva (intubação).
Além disso, no exame do paciente traumático, sinais como anisocoria (tamanho desigual das pupilas) e otorragia (sangramento pelo ouvido) são importantes indicadores de lesão cerebral e devem ser avaliados cuidadosamente.
Quanto à sequência da avaliação, no atendimento de trauma o protocolo ABC (vias aéreas com controle da coluna cervical, respiração e circulação) deve sempre ser respeitado. Isso significa que a avaliação da via aérea e da respiração precede a avaliação circulatória. Portanto, a avaliação neurológica detalhada pode ficar para depois do estabelecimento de vias aéreas e suporte ventilatório eficaz, principalmente em pacientes com Glasgow baixo.
Por fim, a imobilização cervical é fundamental em vítimas de trauma com suspeita de lesão na coluna cervical, especialmente em quedas e acidentes de bicicleta sem capacete, pois pode evitar sequelas graves decorrentes de movimentação da coluna.
No entanto, a alternativa que diz que "Mediante ao glasgow do paciente, a avaliação da condição neurológica deve preceder a avaliação do padrão circulatório" está incorreta porque o ABCdo trauma prioriza via aérea e circulação antes da neurologia.
Portanto, a alternativa incorreta é a letra c.
Além disso, no exame do paciente traumático, sinais como anisocoria (tamanho desigual das pupilas) e otorragia (sangramento pelo ouvido) são importantes indicadores de lesão cerebral e devem ser avaliados cuidadosamente.
Quanto à sequência da avaliação, no atendimento de trauma o protocolo ABC (vias aéreas com controle da coluna cervical, respiração e circulação) deve sempre ser respeitado. Isso significa que a avaliação da via aérea e da respiração precede a avaliação circulatória. Portanto, a avaliação neurológica detalhada pode ficar para depois do estabelecimento de vias aéreas e suporte ventilatório eficaz, principalmente em pacientes com Glasgow baixo.
Por fim, a imobilização cervical é fundamental em vítimas de trauma com suspeita de lesão na coluna cervical, especialmente em quedas e acidentes de bicicleta sem capacete, pois pode evitar sequelas graves decorrentes de movimentação da coluna.
No entanto, a alternativa que diz que "Mediante ao glasgow do paciente, a avaliação da condição neurológica deve preceder a avaliação do padrão circulatório" está incorreta porque o ABCdo trauma prioriza via aérea e circulação antes da neurologia.
Portanto, a alternativa incorreta é a letra c.